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  • Foto do escritorHenrique Correia

2019/2023: há menos 5 partidos e mais uma coligação

Atualizado: 15 de ago. de 2023




Este ano de 2023 estão envolvidos 15 partidos, onze vão a votos isoladamente (PS, BE, JPP, PAN, RIR, ADN (ex-PDR), CHEGA, IL, MPT, LIVRE, PTP) e quatro em duas coligações (PSD/CDS e CDU/Verdes).





Estão lançados os dados para as próximas eleições regionais na Madeira agendadas para 24 de setembro. A entrega das listas por parte das forças concorrentes veio permitir algumas realidades e números no que respeita a esta consulta popular que vai constituir o novo Parlamento Regional. Dali sairá o futuro Governo para quatro anos. Até 2027.

Em relação a 2019, altura em que o PSD perde pela primeira vez a maioria absoluta muito por culpa de uma votação histórica do PS, que levou a um entendimento de governação PSD/CDS, estão envolvidos 15 partidos, onze vão a votos isoladamente (PS, BE, JPP, RIR, PAN, ADN (ex-PDR), CHEGA, IL, MPT, LIVRE, PTP) e quatro em duas coligações (PSD/CDS e CDU/Verdes).

Comparativamente a 2019, são menos 5 partidos e mais 1 coligação (de dois partidos). As eleições de 2019 foram as que apresentaram o maior número de partidos: 18 (16 em candidatura própria e 2 em coligação).

Para estas eleições não concorrem os seguintes partidos, que estiveram no boletim de voto de 2019 e que não elegeram nenhum deputado: MRPP, Aliança, RIR, PNR e PURP.

O PSD e o CDS, estes concorrendo em conjunto quando o fizeram separadamente em 2019.

Como curiosidade, refira-se que este ato eleitoral de 2023 é a estreia do partido Livre. E as eleições regionais de 2015 e de 2011 foram as que elegeram o maior número de partidos - cerca de 8 - em candidatura própria ou em coligação.

Neste momento, os partidos vivem a "meio gás" com agosto que é mês preferencial para férias de grande parte dos políticos e do eleitorado. A pré campanha já está no terreno com dois "casos" já referenciados de diferendos internos, designadamente no PS e no JPP, o primeiro pelas divergências na lista, o segundo pela demissão de Filipe Sousa que deixou o JPP num "desencontro de irmãos", um tema muito sensível ao eleitorado. Só se saberá, em 24 de setembro, as consequências destas realidades.

Mas apesar das sondagens e da estabilidade reinante na coligação, pelo menos para o exterior, a verdade é que vai permanecer a dúvida sobre se PSD e CDS juntos conseguem a maioria absoluta ou se irão precisar de um terceiro parceiro para formar governo. E esse parceiro, será quem?

Outros dados interessantes a seguir: o Chega conseguirá eleger o protesto? A Iniciativa Liberal estreia a sua representação no Parlamento Madeirense? A CDU vai conseguir manter o seu deputado? O Bloco vai regressar ao Parlamento pela mão de Roberto Almada?

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