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  • Duarte Azevedo

2021: FIFA começa a proteger futebolistas grávidas

Cláusula antigravidez cada vez mais criticada

Aí está 2021! Que se espera melhor, claro, que 2020.

Pelo menos no que toca ao futebol feminino a FIFA parece apostada em melhorar as condições das praticantes já que a partir deste ano há um novo regulamento que protege as jogadoras no sentido de que estas não tenham que optar entre a família e a carreira futebolística. Ou seja, que possam conciliar as duas premissas.

Para já, os novos regulamentos aplicam-se às jogadoras profissionais incluindo, por exemplo, um período de ausência remunerada obrigatória em caso de maternidade. A partir deste ano, a contar já em Janeiro, um clube que rescinda o contrato com uma jogadora durante a gravidez desta será obrigado a pagar uma compensação e uma multa.

Sabe-se que em muitos casos existe a chamada cláusula 'antigravidez' o que, a partir de agora, fica mais complicado para os clubes embora, lamentavelmente, há sempre maneira de ultrapassar o que passa a estar estabelecido pela FIFA. Ao fim e ao cabo é estender a nível mundial aquilo que acontece nos EUA onde as futebolistas detêm um estatuto que lhes permite ser mães e voltarem a jogar sem serem 'beliscadas' nos seus direitos.

Esperamos, pois, que 2021 traga, também, ao futebol o fim da discriminação e o direito às jogadoras de serem... mães!

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