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  • Henrique Correia

A História, o luxo e a Cidade; as imagens das obras e o que pode ser o futuro

Atualizado: Mar 2


Já decorrem as obras no antigo edifício da Insular de Moinhos, onde vai "nascer" o Savoy Residence Insular. Ao lado, tem as ruínas do Forte de São Filipe





São três contextos num só para valorização do centro do Funchal. O edifício da Insular já está em obras e ali vai "nascer" um projeto de habitação de luxo, o Savoy Residence - Insular, do grupo AFA, entre o Largo do Pelourinho, a Travessa da Malta e a Rua Visconde do Anadia. As máquinas trabalham, os homens já hoje subiram à chaminé preparando para a demolição e posterior reposição, uma vez que a atual estrutura oferece perigo. Está tudo preparado para dar corpo e vida a um espaço histórico e, ao Mesmo tempo, mantendo o que é possível da fachada.

A promessa de novos conceitos, numa zona nobre da cidade, num prédio que noutros tempos foi a moagem da Companhia Insular de Moinhos, construída em 1929/30, "convive" com o Mercado dos Lavradores, com a Praça da Autonomia, com a tradicional zona velha da Cidade, mas também com as ruínas de ruínas do Forte de São Filipe e Largo do Pelourinho, onde a intervenção tornará o local visitável e uma praça na parte superior, tornando na globalidade a área aprazível, numa combinação de investimentos público e privado.

O investidor apresenta o projeto habitacional como sendo diferente, como diferente é a zona emblemática do Funchal. E a diferença, por certo, paga-se e bem, é para um determinado nicho de mercado e é nesse contexto que a oferta passa por "tipologias inovadoras, desde triplex para famílias passando por lofts amplos e cheios de luz natural, até aos apartamentos com zonas exteriores ou aqueles com jacuzzi e piscina privativa, o que nos interessa é ir ao encontro do seu lar de sonho, refere o site de apresentação do "produto".

O investimentos é de 60 milhões e o prazo de execução é para ano e meio.






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