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  • Foto do escritorHenrique Correia

A pobreza com nomes segundo a IL: do José à Maria, do Pedro à dona Ilda

Atualizado: 19 de ago. de 2023


A IL diz serem apenas "alguns exemplos de muitos que poderíamos dar. Mais de 30% dos madeirenses correm risco de pobrez





"Trabalhar, receber salário mínimo e não conseguir chegar ao fim do mês. Trabalhar, receber salário e continuar a viver em casa dos pais, com quem se quer fazer uma vida e muitas vezes com filhos". Foi assim que a Iniciativa Liberal Madeira desenvolveu um texto sobre a pobreza na Madeira, no âmbito de uma ação de pré-campanha.

Com um retrato e com nomes: "É o que acontece ao José e à Maria, com dois filhos, uma renda de 700€, água, luz, alimentação, saúde, vestuário, etc., fazem das tripas coração para chegar ao fim do mês. Ou do Pedro, que para conseguir ter uma vida com um mínimo de qualidade, aos 38 anos ainda vive com os pais. Ou a Dona Ilda que, com uma reforma de miséria, depende do cabaz da Junta, ou da Casa do Povo, ou de uma IPSS".

A IL diz serem apenas "alguns exemplos de muitos que poderíamos dar. Mais de 30% dos madeirenses correm risco de pobreza. Quase um terço da população do arquipélago. 75.000 de nós em risco de pobreza. Pessoas que ganham por ano 6.653€ ou menos, 550€ por mês ou menos. A maioria dos trabalhadores ganham o ordenado mínimo. São o retrato dos "trabalhadores pobres", dependentes, que têm de escolher entre o pão e a habitação. Quando trabalhar não é a solução para a pobreza, está tudo errado".

Mas diz que há pior: "Há os que são totalmente dependentes. Os que não têm nada, miseráveis. Temos um taxa absurda de 11% de privação material severa. São cerca de 27.500 madeirenses nesta situação. 

Ao fim de quase 50 anos de Autonomia, é inexplicável como chegámos aqui. Deixámos que a pobreza se tornasse natural. Racionalizamos a pobreza. E é inaceitável que assim seja".

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