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  • Henrique Correia

A questão do Centro Internacional de Negócios da Madeira "é ridícula"


Miguel Albuquerque: "Não temos uma classe política com visão para o futuro. Este é que é o problema (recorrente) nacional".



O Centro Internacional de Negócios da Madeira, a redução fiscal, as tecnologias e a qualificação são os caminhos para o futuro. Foi o que disse Miguel Albuquerque, hoje, na na sessão de abertura do Dia do Empresário.

Miguel Albuquerque não tem dúvidas: "A questão do Centro Internacional de Negócios da Madeira é uma questão ridícula" Porque, explica, só os palermas que se gostam de autoflagelar. E Portugal, lamenta, gosta de se autoflagelar, refere uma nota do Governo.

O líder madeirense recorda que "o CINM deveria permitir a internacionalização da economia portuguesa e onde deveriam estar sediadas as grandes empresas nacionais", mas que isso não acontece, porque "há determinados sectores com grande poder no Estado central que acham que as grandes empresas nacionais devem estar sediadas na Holanda e não na Madeira, ou que os investimentos devem ir para o Luxemburgo e não devem estar em Portugal, ou que para eles, o grande centro dos problemas é a Madeira e não as praças de Malta, Chipre ou de Londres".

"Não temos uma classe política com visão para o futuro. Este é que é o problema (recorrente) nacional", lamenta.


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