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  • Henrique Correia

Aconteceu na Frente Mar: assine aqui a rescisão a três dias do Natal


Vários funcionários da Frente Mar Funchal foram convocados para uma reunião, hoje 22 de dezembro, para assinarem um acordo de rescisão do contrato de trabalho.




O ex-presidente da Junta de Freguesia de São Martinho, Duarte Caldeira Ferreira, trouxe a público uma situação que tem sido vastamente debatida nos últimos tempos, o futuro da empresa FrenteMar Funchal, mas o mais importante, pelo menos o que deveria ser mais importante, o futuro de colaboradores "dispensados" na atual gestão na Autarquia, com uma dialética própria e "conturcionismo" de palavras a conviver, com a mesma sensibilidade, com a forma como vemos a vida de pessoas.

Independentemente das disputas políticas, que para o caso pouco importam às pessoas, importam aos políticos, de diferentes cores, que vêem os "seus" serviços como centros de mobilização de força dos donos de circunstâncias, mas às pessoas importam zero. Pelo menos às pessoas que começam a ver estes trabalhos públicos como um "jogo de sobrevivência".

Foi um socialista, mas para a temática tem interesse zero a ligação política na avaliação da essência, quem denunciou que a três dias do Natal, deu-se o que se esperava: "Hoje, dia 22 de Dezembro, a 3 dias do natal, vários funcionários da Frente Mar Funchal foram convocados para uma reunião, para assinarem um acordo de rescisão do contrato de trabalho. A 3 dias do natal, a administração dessa empresa municipal, agrava a instabilidade gerada há dias, confirmando assim o que vinham tentando impor a 13 pessoas. 13 Famílias que terão provavelmente o o pior natal das suas vidas".

Diz o ex-presidente da Junta que "a maioria resistiu, não assinou o acordo altamente lesivo para cada um deles, impondo assim a essa empresa municipal, um despedimento coletivo, caso optem por manter essa posição de força. fica assim, para a maioria dos lesados, o adiamento desta situação para o início do próximo ano. Mas a incerteza sobre o futuro está lançada".

E assim se cumpre mais um objetivo. A sensibilidade, cada vez mais, já foi uma qualidade, hoje é um atrapalho, dizemos nós para todas as situações idênticas a estas. As rescisões podem ser imprescindíveis, as reestruturações também, mas há momentos em que as lideranças devem demonstrar certas dimensões que vão muito além do número de votos.

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