Adolescentes em coma alcoólico na praia do Porto Santo
- Henrique Correia

- 19 de ago. de 2025
- 2 min de leitura
JM relata que "devido à dificuldade de saber onde estavam os pais, foi acionada a Comissão de Proteção de Menores".

Porto Santo, férias, diversão, álcool, também excessos e dos grandes, mas de tudo um pouco neste período de verão que retira a ilha da pacatez de outros meses, mais calmos, e transporta milhares de visitantes para a extensa praia e para as noites quentes que chama a juventude. Nada de novo, a ilha é a mesma, o ambiente é o mesmo, os limites ultrapassados também, tal como em anos anteriores, onde o o álcool e o vandalismo andaram por perto com a intranquilidade correspondente a esses comportamentos como "efeitos colaterais". Mas a irreverência da juventude não pode ser confundida com a irresponsabilidade das atitudes, neste caso globais, também dos encarregados da educação.
Na edição de hoje, o JM dá conta de um episódio que poderia ter terminado mal. Duas adolescentes, de 13 e 15 anos, foram encontradas na praia, de madrugada, em coma alcoólico. O socorro foi prestado a tempo, as entidades policiais foram accionadas e devido à dificuldade de saber onde estavam os pais, foi acionada a Comissão de Proteção de Menores, envolvendo aqui uma situação de perigo a todos os níveis. Os relatos apontam que este modo comportamental é habitual, embora irresponsável e negligente das partes, mas o problema agrava-se quando corre mal, como foi o caso, tornando público o que há muito se sabe como atitudes habituais no verão do Porto Santo, o que tem mais a ver com as pessoas do que propriamente com o destino.
Segundo relata o JM "face à gravidade do caso, a equipa médica encaminhou o processo para a Comissão de Proteção de Crianças e Jovens (CPCJ) e para o Ministério Público (MP), considerando a ocorrência como “extremamente grave". Assim, mais claro é impossível.
O mesmo jornal refere fontes que sustentam a informação sublinhando que "as menores foram socorridas pelos Bombeiros Voluntários do Porto Santo por volta da 1h30, antes de serem encaminhadas para o Centro de Saúde local. A gravidade do caso motivou a intervenção da Polícia Marítima e, já na unidade hospitalar, também da Polícia de Segurança Pública (PSP)".




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