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Advogado diz que PGR e PJ deviam vir dar explicações sobre situação escandalosa

  • Foto do escritor: Henrique Correia
    Henrique Correia
  • 15 de fev. de 2024
  • 1 min de leitura


A permanência de Lucília Gago na Procuradoria-Geral deveria ser equacionada.




O advogado Magalhães e Silva considerou "escandalosa" a situação relacionada com o processo de suspeitas de corrupção, na Madeira, que levou à libertação dos três arguidos detidos durante 21 dias.

Em declarações à Renascença, o advogado questionou mesmo se a PGR e a Polícia Judiciária não deveriam dar “uma explicação” ao país. “Não é possível, ao fim de 21 dias, estarem pessoas detidas sem qualquer indício da prática de qualquer crime, tendo tido como consequência a queda de um governo e a renúncia ao mandato autárquico do presidente da Câmara do Funchal”, sustentou, como refere a RR.

Magalhães e Silva também questionou se ainda é possível “continuar a confiar-se” no MP e que, em última análise, a permanência de Lucília Gago na Procuradoria-Geral deveria ser equacionada.

Uma pública da Renascença acrescenta que "sobre a situação política na Madeira, Magalhaes e Silva considerou que, mesmo face à decisão instrutória, não deverá ser possível que Pedro Calado volte à autarquia do Funchal depois de ter renunciado ao cargo. Menos impossível — mas ainda assim improvável — seria a eventual continuidade do atual executivo da Madeira (que já se demitiu), caso seja possível “o PSD reindicar Miguel Albuquerque para presidente do Governo Regional”.

 
 
 

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