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  • Henrique Correia

Albuquerque assume voto em Marcelo a 5 dias das eleições: "Único recomendável"



"O voto em Marcelo Rebelo de Sousa é o único recomendável, porque é o único capaz de derrotar a esquerda anti-autonomista"



O líder do PSD Madeira assumiu finalmente uma posição pública sobre as presidenciais, depois de um compasso de espera alguns avanços e recuos em função do descontentamento relativamente ao que chegou a ser apontada como inércia de Marcelo no que se prende com a defesa dos interesses da Madeira em assuntos determinantes. Albuquerque chegou mesmo a ponderar candidatar-se contra o atual Chefe de Estado, o que sempre foi entendido como uma estratégia meramente politica, que nunca teve base para avançar, pelos riscos de una derrota quase certa do líder madeirense.

Hoje, em comunicado, Miguel Albuquerque veio clarificar que " o voto em Marcelo Rebelo de Sousa é o único recomendável, porque é o único capaz de derrotar a esquerda anti-autonomista que ainda manda em Portugal. Espera-se que esta reeleição seja uma nova oportunidade do aprofundamento e do respeito pela Autonomia, onde desta vez o Presidente da República deverá ter um papel ativo na defesa do povo madeirense".

Refere o presidente do PSD-Madeira

Que "Portugal precisa de um Presidente da República capaz de assumir-se como a antítese desta esquerda sem princípios e sem visão, e que exerça as funções de Estado e de soberania para com todos os portugueses, vivam estes no território continental ou nas Regiões Autónomas".

Num comunicado, Albuquerque diz que "o País e os portugueses enfrentam hoje uma realidade pandémica sem paralelo desde março de 2020, com uma forte pressão na resposta dos serviços de saúde, a par de uma crise económica e social, que deveriam ter sido justificação suficiente para o adiamento das Eleições Presidenciais do próximo domingo, dia 24 de janeiro"

Acrescenta que "a insensibilidade partidária, em especial dos partidos de esquerda, impediu o natural adiamento, ficando óbvio que a participação eleitoral dos portugueses pode estar comprometida. Ficando óbvio, também, que uma abstenção muito elevada apenas ajudará o PS, com a diminuição da legitimidade do Presidente eleito, num mandato que será determinante para todos nós".



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