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  • Henrique Correia

Albuquerque define prioridades: ouvir a sociedade civil e ganhar em 2023


José Prada: "O novo ciclo político iniciado após o Congresso Regional “abre espaço a uma nova e ainda maior responsabilidade".




Como revela um texto publicado nas plataformas digitais do PSD Madeira, sobre o Conselho Regional, o presidente do partido reforçou os objetivos estratégicos a que o Partido se propõe para os próximos anos, "designadamente as vitórias a alcançar em 2023 e 2025, numa intervenção em que fez questão de sublinhar a importância da auscultação à sociedade civil como forma de garantir a apresentação, já no próximo ano, de uma estratégia política que seja consentânea com as necessidades, as expetativas e as aspirações de todos os cidadãos".

Esta auscultação, para Miguel Albuquerque, "também é decisiva para garantir que o PSD /Madeira esteja não só atento e interventivo quanto às mudanças cada vez mais rápidas que ocorrem na Região como, sobretudo, lidere essas mesmas mudanças, tal como o fez ao longo dos últimos quarenta anos".



José Prada

Neste mesmo conselho regional, o secretário-geral do partido disse que “temos uma liderança firme, estruturas que funcionam e uma realidade autárquica mais favorável ao alcance dos nossos objetivos”, assumindo que o novo ciclo político iniciado após o Congresso Regional “abre espaço a uma nova e ainda maior responsabilidade” e reiterando os objetivos políticos a médio prazo. “Temos uma liderança firme, coesa e fortemente legitimada, temos um Partido mobilizado que se complementa na sua ação com a força, a dinâmica e a competência das suas diferentes estruturas, designadamente a JSD, os Autarcas e os TSD e temos, também, uma realidade local e autárquica muito mais favorável àqueles que são os nossos objetivos".




Cunha e Silva


“Enquanto alguns contemplam o passado, nós queremos preparar o futuro”, destacou João Cunha e Silva, o presidente da Mesa do Congresso. “Vamos trabalhar no ‘Compromisso 2030’, que é a auscultação necessária da sociedade civil, porque enquanto alguns contemplam o passado, nós queremos preparar o futuro e queremos prepará-lo com todos os escalões da sociedade civil, isto é, com todas as profissões, com todas as pessoas que têm alguma coisa a dizer e podem contribuir para os programas que temos a elaborar, não só do Governo mas também para a aplicação do PRR”.

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