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  • Henrique Correia

Albuquerque deixa claro: Madeira não vai reduzir o IVA


Presidente do Governo disse hoje, no Parlamento, que "a redução dos impostos deve ser feita através do rendimento".




O presidente do Governo foi hoje à Assembleia Regional fazer um retrato da Madeira no período da pandemia por comparação com a retoma do crescimento económico que hoje se verifica. Foi dizer, também, que a Madeira não vai reduzir o IVA "porque não sou louco", acentuando que a redução dos impostos deve ser feita através do rendimento.

Miguel Albuquerque diz, relativamente ao quadro de recuperação, que "todos os indicadores estatísticos apontam para um gratificante crescimento económico de todos os sectores económicos da Região. Alguns deles, como o imobiliário, o turismo, o alojamento, a construção civil, o digital e alguns sectores de serviços com índices de crescimento superiores aos indicadores pré-pandemia".

A descida do desemprego, que o PS considera resultado de ocupações precárias e ações ocupacionais temporárias, foi um dos focos de Albuquerque considerando que "a Região Autónoma tem mantido uma trajetória positiva, apresentando uma descida de desempregados no fim de cada mês, pelo 12.º mês consecutivo".

Segundo o presidente do Governo "a Madeira apresentou a maior quebra na taxa de desemprego no 4.º trimestre de 2021, com uma taxa de 6,6%, sendo que a taxa de desemprego do 1.º trimestre de 2022, a sair pelo INE em 11 de Maio, deve apresentar uma percentagem ainda menor".

Pelo número de desempregados inscritos no Instituto de Emprego, no fim de Março de 2022 – 14056 -podemos desde já afirmar que desde há 12 anos que a Região não apresentava um número de desempregados tão baixo".

Albuquerque continuou com estatísticas: "Desde 2015 foram integrados no mercado de trabalho 53.914 desempregados. Em média 7.600 pessoas por ano, desde 2015 a 2019.

Em 2020 este valor reduziu para 5.200, tendo já em 2021 superado os números anteriores à pandemia, situando-se em 8.300 integrações.

E quanto às medidas de emprego, os números são também esclarecedores.

Desde 2015, foram abrangidos pelas medidas de emprego 24.928 desempregados com investimento de 130 Milhões de Euros.

Em Março de 2022 estavam activos 2.634 desempregados, representando um investimento de 17 Milhões de Euros.

Desde 2015 até à data foram criados 3543 postos de trabalho no âmbito das medidas de incentivos à contratação, correspondendo a 20 Milhões de Euros.

Em termos de criação de empresas, foram criadas no mesmo período 431 empresas com 753 postos de trabalho, envolvendo um montante de 7,5 Milhões de Euros".


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