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  • Henrique Correia

Albuquerque diz que abstenção cria problemas de legitimidade; Rodrigues acha que não



Apesar destas diferença, os presidentes da Assembleia e do Governo coincidem na importância da participação. Albuquerque disse que a Constituição tem de ser adaptada ao século XXI


“Uma abstenção elevada vem criar problemas de legitimidade ao Presidente da República e não é isso que se espera”, disse o presidente do Governo, Miguel Albuquerque, hoje, no momento do voto, em nota publicada novsite do PSD-M. Opinião diferente tem o presidente da Assembleia Regional, numa informação publicada no site do Parlamento, ao afirmar que "a taxa de abstenção não tira a legitimidade do Presidente da República", embora admitindo que “era bom que tivesse o máximo de votos possível”.

Albuquerque espera, do Presidente a ser hoje escolhido pelos Portugueses, que "olhe para as Regiões e que não se preocupe apenas em ser eleito".

O Presidente do parlamento madeirense espera “que venham o máximo possível de eleitores para que esta seja uma eleição significativa, inequívoca, e que o próximo Presidente da República tenha toda a legitimidade para exercer o seu mandato”.

Considera ainda que o “próximo Presidente da República tem desafios imensos pela frente” a começar pelo controlo da pandemia e a recuperação económica e social do país”.

José Manuel Rodrigues aponta, também, como desafios, a presidência de Portugal da União Europeia (UE), “o desenvolvimento que é necessário fazer neste semestre, o fundo de recuperação económica dos diversos países da UE”, e o desenvolvimento do “pilar social da União Europeia, que é um dos objetivos da presidência Portuguesa”.

O presidente do Governo, já na plataforma digital do Governo, "reitera o que vem afirmando nestes últimos dias (que teria sido melhor adiar as eleições presidenciais), relevando que a Constituição tem de ser adaptada ao século XXI e que não pode ser coerciva de alterações em caso de emergência, como a que vivemos atualmente".

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