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  • Henrique Correia

Albuquerque diz que Iglesias vive no Planeta Marte e "obra no porto é essencial"



"A mediocridade política da actual direcção do PS/Madeira é cada vez mais visível e confrangedora", escreve o presidente do Governo


Quando Miguel Albuquerque afirmou, um destes dias, que as obras do porto do Funchal eram estruturantes para o futuro, o líder parlamentar do PS-M, Miguel Iglesias logo avançou com críticas contundentes relativamente a essa prioridade do Governo face às exigências e necessidades impostas pela pandemia, contexto que, em sua opinião, obrigariam o Governo a priorizar outras áreas.

Hoje, o presidente do Governo, que está no Parlamento para o debate sobre a Covid-19, sobre Saúde no fundo, publicou na sua página do Facebook, uma nota sobre o assunto, atingindo Iglesias, mas também o líder socialista Paulo Cafôfo: "Não há nada a fazer. A mediocridade política da actual direcção do PS/Madeira é cada vez mais visível e confrangedora".

Albuquerque diz que "os delírios do líder parlamentar socialista contra a necessária e imprescindível melhoria da logística e da operacionalidade dos portos do arquipélago, nas dimensões de intercâmbio turístico, de intercâmbio comercial e de reparação naval de embarcações de pequena dimensão, apenas evidencia que o individuo vive no planeta Marte".

O presidente do Governo lembra que "o Porto do Funchal, a par do Porto de Lisboa, é aquele que tem maior movimento de passageiros desembarcados – 591 mil passageiros desembarcados em 2019. O projecto de extensão do Porto do Funchal e melhoria da sua operacionalidade é essencial para o futuro, não apenas pela limitação que a actual configuração representa para o crescimento das operações, mas também perspectivando o que será o futuro dos navios, com dimensões e calado muito superior aos actuais, o que exige maiores profundidades e disponibilidade de molhe".

Escreve, ainda, que "a criação de um HUB de pequenas reparações navais no estaleiro situado no Caniçal, bem como a melhoria da operacionalidade e internacionalização das nossas marinas impõe-se como uma prioridade, no sentido de centrarmos no nosso País (aqui nesta Região) e não nos HUB’s concorrentes, pontos de amarração e serviços para os milhares e milhares de iates que cruzam o Atlântico".

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