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  • Henrique Correia

Albuquerque foi a Machico dizer ao povo que "é preciso saber escolher"


"Machico não pode perder mais tempo e é preciso explicar e motivar as pessoas para a necessidade de uma alternância política já nas próximas eleições".





Miguel Albuquerque foi a Machico apresentar o candidato PSD/CDS, Noberto Ribeiro, e deixar uma mensagem ao povo que tem votado no PS: "É preciso saber escolher se Machico vai ou não perder mais quatro anos de desenvolvimento, evidenciando, a todos os níveis, a falta de estratégia de quem governa o Município, ao sabor de uma política que apenas visa a manutenção no poder".

O PSD levou os "pesos pesados" do concelho e o CDS marcou presença com um secretário regional, Teófilo Cunha. Bastou isso para ver a relevância que a coligação dá à reconquista do concelho. E Albuquerque "carregou no acelerador" e arriscou poder ser mal interpretado numa terra que, historicamente, não tem por hábito escolher por mensagens ou avisos. E tantas vezes o PSD sentiu isso. Já ganhou e já perdeu.

Mesmo assim, o líder do PSD-Madeira lá foi dizendo que “Machico está a perder competitividade, não atrai investimento, não atrai residentes, não fixa os mais jovens, não atrai empresas de nenhuma natureza e muito menos tecnológicas, não é inovador na sua criatividade cultural, não tem uma política municipal de apoio estruturado aos mais vulneráveis – nomeadamente para a população idosa – não tem politicas viradas para a juventude e tudo isto significa ficar para trás”.

Albuquerque diz que "o povo tem de estar consciente desta realidade, assim como tem de estar consciente de que esta equipa representa uma alternativa política”...“Machico não pode perder mais tempo e é preciso explicar e motivar as pessoas para a necessidade de uma alternância política já nas próximas eleições”.

Norberto Ribeiro, o candidato à Câmara, afirma ser "urgente combatermos esta desvalorização de Machico”, disse, criticando a falta de visão do atual Executivo, que fez Machico ficar para trás e que não é capaz de sair do seu discurso do ‘coitadinho’, limitando-se a arranjar desculpas em vez de resolver os problemas da população, conforme lhe compete. “Não houve falta de dinheiro, houve sim desleixo e desinteresse por Machico. Precisamos é de trabalho e não de conversa de coitadinho. Precisamos de dedicação e não de aldrabices”, reforçou, garantindo que só o PSD é que tem capacidade de colocar Machico no lugar que merece. “Connosco, Machico estará sempre em primeiro lugar”, refere numa nota do gabinete de comunicação da candidatura.

Nesta apresentação, falaram Teófilo Cunha, do parceiro CDS, para elogiar Albuquerque pela gestão da pandemia, e para apelar a que a equipa candidata se mantenha "unida, mobilizada e firme nesta campanha, dando a conhecer as suas propostas à população e envolvendo todos".

Jorge Moreira, o mandatário, afirmou ser “necessário e urgente mudar de paradigma e dizer, com toda a convicção, à nossa população, que chegou a hora da mudança", enquanto o candidato à presidência da Assembleia Municipal, Samuel Caldeira acentia que "numa conjuntura muito difícil como a que vivemos, há que lutar e trabalhar por um Machico mais desenvolvido, mais capaz, mais inovador e mais próximo das pessoas e dos seus anseios”.


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