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  • Foto do escritorHenrique Correia

Albuquerque não era candidato mas agora deve ser; forte renovação à vista




Miguel Albuquerque ia ficar de fora da lista, mas neste momento está disponível para ser cabeça-de-lista e dar maior expressão a uma lista que, dizem, terá mudanças acima de um mero "refrescar". Deputado Carlos Rodrigues definiu perfil ideal dos candidatos.



A notícia foi manchete do JM: "Albuquerque não é candidato a Lisboa". Ou seja, para as eleições nacionais antecipadas para 10 de março, a lista conjunta do PSD/CDS não iria incluir o líder do partido maioritário, como na altura foi passada a mensagem por ser esse o registo social democrata.

Mas se existem situações voláteis, sujeitas a estratégias permanentes, e com mudanças de verdade de um dia para o outro, a política é exemplo de uma delas. E neste contexto, garantem-nos, Albuquerque mudou de opinião e no último fim de semana terá assumido que deverá ser o cabeça-de-lista da coligação PSD/CDS à Assembleia da República, uma mudança de estratégia que poderá ter a ver com alguma dificuldade sentida para manter os atuais três deputados. Albuquerque sente que a candidatura vale mais se for incliir o lider e vai assumir esse desafio mesmo sabendo-se que obviamente será um "falso" candidato que dará lugar ao candidato seguinte. No dia 13 ficaremos a saber.

Outro dado a que tivemos acesso por parte de várias fontes é o de que Miguel Albuquerque prepara uma alteração substancial nas "caras" candidatas à Assembleia da República, que poderá ir mais além do que um recentemente admitido refrescar normal numa nova candidatura. Não falam em mudança total, mas andará perto desse patamar a decisão de Albuquerque, com o CDS a ter, como já disse Barreto, o quinto candidato, com reduzidas possibilidades de eleição. O nome escolhido pelos centristas também já foi público: Lavinia Côrte.

Depois do PSD Madeira ter feito um estudo inicial dando conta que ficaria com 2 deputados, o PS com 2, o Chega com 1 e o JPP com 1, seguiu-se um toque de alerta no seio do PSD, que decidiu manter a coligação com o CDS e dar credibilidade à lista para ver se reduz os efeitos progressivos da perda de votos, até porque embora mantendo a coligação para preservar a estabilidade do Governo Regional, Albuquerque está convencido que neste particular das eleições de 10 de março o CDS não será grande ajuda e a nível nacional as perspetivas das sondagens apontam para 1%.

Dado curioso surgiu esta semana dentro do PSD, no caso através do deputado na Assembleia Regional Carlos Rodrigues, que no Facebook traçou algumas condições que devem reunir os candidatos do PSD, designadamente:


- Sejam carismáticos.

- Sejam capazes de defender intransigentemente a Madeira e os assuntos prioritários para a Região.

- Sejam capazes de influenciarem as estruturas nacionais do partido e se tornem influentes no panorama político nacional.

- Sejam relevantes e não percam tempo com minudências.

- Não envergonhem os madeirenses com quezílias idiotas.

- Não sejam provincianos.

- Não utilizem o mandato para as suas ridículas agendas pessoais.

- Tenham mundo e visão.

- Façam com que nos orgulhemo-nos do seu trabalho.

- Não sejam minúsculos.

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