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  • Henrique Correia

Albuquerque: "Não faz sentido entrar em disputas eleitorais com o CDS"


Albuquerque pede coligação unida para as eleições nacionais de 30 de janeiro num concelho (Ponta do Sol) onde a união não foi o ponto forte do PSD e do CDS.




Miguel Albuquerque foi hoje ao concelho que deu "dores de cabeça" à coligação PSD/CDS, a Ponta do Sol. Nem só "dores de cabeça", também uma derrota para o PS. Curioso falar aos militantes sobre o potencial de uma coligação para as eleições antecipadas para a Assembleia da República, a 30 de janeiro, quando a mesma acaba de falhar a Câmara. Uma curiosidade apenas, as eleições são diferentes.

"Seguindo a lógica de maximizar todas as forças políticas contra o PS – reiterou a sua estratégia política assente numa candidatura conjunta com o CDS ao parlamento nacional, explicando que a mesma seguirá o método de Hondt, ou seja, que os quatro primeiros lugares caberão ao PSD/M e, o quinto ao CDS", escreveu o gabinete de comunicação do PSD sobre as intenções do presidente da comissão política, numa nota divulgada nas plataformas digitais.

“Temos um Governo de coligação a trabalhar muito bem – e a cumprir, com estabilidade, todos os seus compromissos – temos dois Grupos Parlamentares que têm vindo a trabalhar muito bem e em conjunto, assim como também tivemos, nas últimas Autárquicas, a evidência de vencermos as eleições maximizando esta coligação”, disse Albuquerque, considerando que, à luz desta experiência e em função dos objetivos políticos a que o PSD/Madeira se propõe para as Legislativas Nacionais, não faz qualquer sentido entrar em disputas eleitorais com o CDS nem, tampouco, perder o potencial que uma solução conjunta pode traduzir na representação a alcançar na Assembleia da República.

Mas é aqui que Albuquerque tem outra curiosidade, não se sabe se internamente is órgãos pensam o mesmo e ficam-se pa curiosidade: “Vamos apresentar esta solução no Conselho Regional do próximo sábado e o nosso objetivo passa, de facto, por maximizarmos todos os votos que pudermos contra este estado de coisas, reforçando a nossa força e a nossa capacidade de trabalhar em prol da Madeira e do Porto Santo”, vincou, reafirmando que a Madeira tem de estar sempre primeiro e bem acima de todos e quaisquer outros interesses.


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