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Albuquerque não quer a Região dependente de quem governa lá

  • Foto do escritor: Henrique Correia
    Henrique Correia
  • 12 de mar.
  • 1 min de leitura


"Portugal tem de ser um País coeso e descentralizado, onde todas as regiões tenham o mesmo direito às infraestruturas e serviços básicos".


Albuquerque quer acabar com a "conversa de lana-caprina", de pequena dimensão.


O presidente do Governo Regional disse hoje, na abertura do I Congresso de Direito Regional, organizado pela Associação de Direito Regional da Região, que "Portugal tem de ser um País coeso e descentralizado, onde todas as regiões tenham o mesmo direito às infraestruturas e serviços básicos, bem como ao investimento".

Miguel Albuquerque faava num contexto de crítica à República que "concentra recursos e investimentos na Grande Lisboa, fazendo com que o País seja cada mais desfasado e fragmentado".

O líder do Governo aponta o dedo ao Estado "que não permite à Região assegurar os instrumentos fundamentais para continuar o seu desenvolvimento e que, pelo contrário, até penaliza, através da Lei das Finanças Regionais, esse mesmo crescimento".

"Nós temos de ter um quadro jurídico, ao fim de 50 anos da Autonomia, que acabe com esta conversa de lana-caprina. O Estado tem de assumir as suas responsabilidades para com as Regiões e que as mesmas sejam estáveis, previsíveis e que não fiquem dependentes da conjuntura política ou de quem está a governar o País", defendeu.

 
 
 

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