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  • Henrique Correia

Albuquerque não quer perder a embalagem para a unidade do PSD/M na República


Vamos trabalhar para alcançar o melhor resultado possível e vamos lutar para que a Madeira veja reforçada a sua representação parlamentar




Miguel Albuquerque não quer perder a embalagem das Autárquicas, mas sobretudo a embalagem à volta do Funchal, diga-se, para sermos mais rigorosos. O PSD-Madeira fez a maior mobilização interna desde o efeito novidade trazido pela alternância interna do pós jardinismo. Desta vez, seis anos depois, com Pedro Calado como protagonista.

Hoje, em São Vicente, o líder social democrata madeirense deixou todas as mensagens de unidade para que as festas de Natal não esmureçam as hostes. O objetivo é o mesmo: ganhar uma eleição da lista PSD/CDS à Assembleia da República. Mas a equipa é outra, já não mete Calado. Albuquerque diz que "o nosso projeto é o único que coloca a Madeira em primeiro lugar”, reafirma Miguel Albuquerque.

O site social democrata reproduz declarações do líder reiterando a importância das próximas Eleições Legislativas Nacionais do dia 30 de janeiro e apelando "à união e mobilização do Partido para mais este desafio eleitoral".

Os resultados nas Autárquicas, conforme destacou o líder dos Social-democratas, são o mais claro exemplo “daquilo que é possível alcançar desde que o Partido esteja unido, mobilizado e focado nos objetivos comuns a atingir”, postura essa que, tal como nas últimas quatro vitórias consecutivas registadas, pelo Partido, desde 2019, deve ser, agora, mantida e reforçada em janeiro e em nome da melhor votação possível, o que, naturalmente, implica também reforçar a representação parlamentar da Madeira em Lisboa.

“Vamos trabalhar para alcançar o melhor resultado possível e vamos lutar para que a Madeira veja reforçada a sua representação parlamentar na Assembleia da República, porque é disso que depende termos mais força e mais capacidade para reivindicar os nossos direitos, em áreas que são essenciais ao nosso futuro e relativamente às quais não podemos aceitar mais atrasos ou adiamentos, até porque não nos identificamos com a estagnação em que o País se encontra e defendemos outro caminho e outro desenvolvimento para a nossa Região”, reafirmou Miguel Albuquerque.


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