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  • Henrique Correia

Albuquerque não se fia na sorte nem nos milagres para conter a pandemia e quer segurar médicos

"Nós vivemos numa sociedade que ainda acredita no pensamento mágico, em superstições… Mas, a nossa Sociedade e as boas práticas sociais não funcionam assim".



O presidente do Governo Regional não se vai fiar na sorte para conter a pandemia. A tal "sorte louca" que o delegado de saúde do Porto Santo, Rogério Correia, falou quando apareceram tão poucos casos para tanto ajuntamento, não acontece duas vezes e nem é bom pensar que essa pudesse ser uma hipótese, jogar na sorte.

Nada disso, Albuquerque vai por outro caminho e deixou isso bem claro, hoje, na abertura das XI Jornadas do Médico Interno, organizadas pela direção e pelos internos do SESARAM, que decorrem no Colégio dos Jesuítas: «Nós vivemos numa sociedade que ainda acredita no pensamento mágico, em superstições… Mas, a nossa Sociedade e as boas práticas sociais não funcionam assim. Não há milagres, não há pensamentos mágicos, não há acasos e não nos podemos fiar na sorte».

Albuquerque lembrou a situação de resguardo, de controlo que a Madeira vive, no que se refere à pandemia em comparação com os números europeus, que dão conta de uma segunda vaga. Uma situação que, lembrou, é fruto do trabalho de múltiplos e variados profissionais, na área da Saúde, na área da Proteção Civil, na área da Administração Pública… «Todo este trabalho de prevenção, profilático não acontece por acaso.

Numa outra perspetiva, a dos médicos, o presidente do Executivo garante que o seu Governo "tudo vai fazer para manter na Região os excelentes médicos que tem". E elogiou hoje o empenho, a dedicação e a capacidade técnica daqueles profissionais. E também aproveitou para agradecer a compreensão da classe médica em relação ao pagamento faseado, em três anos, do subsídio de fixação, algo que só acontecerá devido à conjuntura que atravessamos, devido à pandemia.

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