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  • Henrique Correia

Albuquerque "pica" Marcelo para tomar alguma decisão sobre a Madeira


O líder do PSD Madeira foi ao encerramento das Jornadas Parlamentares defender união PSD/CDS para tirar o País das "meias tintas".



O líder do PSD Madeira foi hoje às Jornadas Parlamentares do PSD/CDS dizer que "a Região tem a receber, só da devolução de impostos cobrados na Madeira, 40 milhões de euros, além, entre outras matérias, da falta de regulamentação do subsídio social de mobilidade, da quebra do compromisso assumido pelo Primeiro-Ministro relativamente ao financiamento do novo hospital, e do ferry prometido que “é uma nuvem no horizonte que nunca apareceu”.

Posto este cenário, Albuquerque disse estarmos perante uma situação de “absoluto desprezo” e de “petulância relativamente àquilo que são as legítimas aspirações do nosso povo”.

Apontando solução para Lisboa e olhando as eleições legislativas nacionais antecipadas, o líder social democtata madeirense defende que que "é preciso pensar “numa solução que sirva a Madeira” e numa alternativa ao “desastre” que tem sido a governação socialista em Portugal.

“É fundamental que o PSD e o CDS digam aos portugueses qual o caminho”, disse, sublinhando que “não podemos continuar nestas meias-tintas”.

“Se não nos dão os meios e não cumprem a constituição, nem na coesão económico-social, nem no financiamento dos sobrecustos da saúde e da educação aqui na Madeira, se não querem saber do princípio da mobilidade, dêem-nos os instrumentos para assegurarmos o nosso desenvolvimento pleno”, disse, referindo que o Estado contribui muito pouco para as regiões autónomas, refere um texto publicado no site do PSD-M.

Da mesma forma, Miguel Albuquerque disse já ser “tempo de o Sr. Presidente da República começar a tomar alguma decisão sobre a Madeira”, afirmando que gosta de “pessoas simpáticas, mas que tomem decisões em consonância com aqueles são os princípios constitucionais”. “Nós somos cidadãos de corpo inteiro”, afirmou, realçando que temos o direito "de ser tratados de forma equitativa e igual nos nossos direitos, liberdades e garantias”.

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