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  • Foto do escritorHenrique Correia

Albuquerque quer governar, admite diálogo e pede bom senso



Acabaram as eleições e não é tempo de brincar aos partidos, diz o presidente do Governo minoritário.




Miguel Albuquerque evitou falar na aritmética parlamentar e em eventuais acordos, fala em diálogo e em negociação, mas nada diz com quem já dialogou e com quem já negociou ou está a negociar. Ficou a dúvida se há conversas ou se o "segredo é a alma do negócio" também nesta política de entendimento para viabilizar o Governo. Ou se estamos perante a expressão popular "não se fecha uma porta que não se abra outra".

Mesmo assim, Albuquerque disse hoje que os madeirenses não querem mais eleições, querem é um governo a trabalhar. As eleições terminaram e é preciso governar. Foi assim que o presidente do Governo reagiu ao recente posicionamento dos partidos relativamente à viabilização do Governo, designadamente do CHEGA que afirmou a intenção de votar contra o Programa de Governo, o que remete o Executivo para um patamar de acordo parlamentar que não passe pelo partido de André Ventura.

Albuquerque lembra que existe um conjunto de decisões que precisam ser tomadas e que são essenciais para a vida da Região, nomeadamente a nofa fase do Hospital, a unidade de saúde do Porto Santo, os apoios no quadro comunitário 2030. É preciso bom senso e estamos disponíveis para dialogar".

O líder do Governo afirma e existirem todas as condições para governar. Diz que "não existem linhas vermelhas, o povo decidiu e está decidido. Somos um partido responsável. O tempo de brincar aos partidos acabou".

Miguel Albuquerque falava hoje durante uma visita ao Parque Empresarial da Ribeira Brava, onde foi agora instalada a primeira comunidade de energia renovável e de autoconsumo num parque empresarial gerido pela Madeira Parques Empresariais. E a segunda a nível regional, depois da criada pela Estalagem da Ponta do Sol.

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