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  • Henrique Correia

Albuquerque recebeu cartas dos pais mas garante que está tudo controlado e a escola é lugar seguro



"Os pais não devem se preocupar. Temos a situação controlada. As escolas têm já os seus planos de contingência devidamente estabelecidos"


"Recebi algumas cartas dos pais, até simpáticas, mas faço-lhes um apelo: as escolas são o lugar onde temos o melhor controlo epidemiológico a situação". Foi assim que Miguel Albuquerque reagiu às críticas sobre a falta de testagem dos alunos no âmbito do rastreio à comunidade educativa, que nesta fase abrange docentes e funcionários das escolas, situação que os sindicatos de professores contestam e apontam o rastreio massivo como a melhor solução.

À margem de uma visita ao Hospital dos Marmeleiros, Miguel Albuquerque apelou aos pais para que confiem nas escolas para acolher os seus filhos, lembrando que os estabelecimentos escolares são o lugar mais seguro para ter uma criança ou um jovem em situação pandémica, devido ao controlo permanente que ali é feito".

"Os pais não devem se preocupar. Temos a situação controlada. As escolas têm já os seus planos de contingência devidamente estabelecidos. A Região tem uma capacidade de testagem limitada e não pode testar toda a gente ao mesmo tempo. E ainda tem de garantir testes para o Aeroporto e para situações de emergência".

Numa publicação feita pelo gabinete de comunicação do Governo, nas plataformas digitais oficiais, são referidas declarações do presidente do Executivo, sublinhando que «o melhor local, o mais seguro, para termos os nossos filhos é na escola, onde existe controlo e monitorização da situação. O aluno entra, é medida a temperatura, cumpre as regras de distanciamento e de higiene, mantém a mesma carteira, não tem atividades extracurriculares, está resguardado com máscara. As escolas foram, aliás, um exemplo, no primeiro período de como se trabalha".

O líder madeirense lembrou ainda que «o maior potencial de risco é a transmissão do adulto para a criança», sublinhando ainda ser igualmente crucial «salvaguardar os estratos etários mais suscetíveis à morbilidade, que são os mais envelhecidos, onde se incluem muitos dos professores e demais funcionários».



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