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  • Foto do escritorHenrique Correia

Alta tensão Élvio Sousa/Albuquerque meteu família, traições e Maquiavel



Élvio Sousa perguntou pelo registo de interesses e regime de incompatibilidades e Albuquerque remeteu para a Revisão Constitucional e para a alteração do Estatuto da Região.






Élvio Sousa e Miguel Albuquerque protagonizaram um dos momentos mais quentes do debate do Programa de Governo, esta manhã no Parlamento. Meteu família, meteu Maquiavel, meteu traições e os problemas recentes que dividiram o JPP e que o presidente do Governo trouxe a plenário para reagir a dois temas, também eles, muito quentes: registo de interesses e incompatibilidades.

Élvio Sousa perguntou: "Porque retirou o registo de interesses e o regime de incompatibilidades, situações que permitem que titulares de cargos públicos possam acumular vencimentos e reformas e possam ter 10% de empresas? Que amigos está a proteger?"

Miguel Albuquerque respondeu com um "ataque" acusando Élvio Sousa de "falso amiguinho do povo", de ter lido Maquiavel da frente para trás e de trás para a frente e de "ter feito uma "depuração estalinista no seu próprio partido sem hesitações em enganar o presidente da Câmara de Santa Cruz" (Filipe Sousa, irmão de Élvio Sousa).

Depois desse momento tenso, respondendo diretamente à pergunta do líder parlamentar do JPP, Albuquerque diz que essas questões estão no quadro do Estatuto e da Revisão Constitucional. É fundamental que a Revisão seja alterada e que, posteriormente, a alteração do Estatuto seja comsagrada.

A propósito, vejamos o pensamento de Nicolau Maquiavel, filósofo, historiador, poeta, diplomata e músico de origem florentina do Renascimento: defendeu a ideia de que "um estado forte depende de um governante eficaz, e para que ele seja bom, ele deve ter boas habilidades políticas. Para ele, são características relevantes de um bom príncipe, ser bondoso, caridoso, religioso e ter moral".


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