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  • Henrique Correia

Antigo jogador põe o "dedo na ferida" da política desportiva


"É o resultado de um projecto desportivo sem rumo, com respostas imediatas aos desejos e interesses locais e pessoais".




Foi jogador do Marítimo e do Nacional, mas é nacionalista por "militância clubística", uma referência do futebol, humana e profissional, madeirense preocupado com o futebol da atualidade por comparação com tempos de glória que por estes duas são saudade.

Higino Gaspar é professor de Educação Física e hoje fez uma publicação, no Facebook, verdadeiramente pertinente do ponto de vista dos apoios, da política desportiva para o futebol, da prestação dos clubes mais representativos, dos outros também, mas sobretudo lembrando que as responsabilidades da estratégia, ou falta dela, não pode ser enfrentadas com "assobios" para o lado.

Higino Gaspar deixa, assim, uma reflexão que o mundo do futebol que não pode ficar indiferente ao estado da presença madeirense nos nacionais de futebol:


"É o resultado de um projecto desportivo sem rumo, com respostas imediatas aos desejos e interesses locais e pessoais - No futebol profissional e amador tivemos 3 equipas na 1 liga, umas na 2 e outras na 3 divisão!!! Mais à frente, e após fechar a "torneira", foi a opção de assumir a construção, manutenção e gestão dos seus "certificados" estádios de futebol... Agora, que fez ou permitiu que se fizesse, vão "assobiando para o lado", perante o descalabro desportivo e financeiro dos centenários clubes da RAM".

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