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  • Henrique Correia

Apelo do PSD-Madeira ao bom senso na véspera do dia "D" para o futuro do CINM


Alterações que podem comprometer futuro do Centro Internacional de Negócios são debatidas e votadas esta quinta-feira na Assembleia da República



Esta quinta-feira, 11 de fevereiro, é dia "D" para o Centro Internacional de Negócios da Madeira, é o dia em que serão votadas, na Assembleia da República, alterações que colocam em causa o futuro do CINM.

Antes que seja tarde para uma solução, os deputados do PSD/M eleitos à Assembleia da República enviaram uma carta ao Primeiro-Ministro António Costa, solicitando que o Governo da República recue nessas alterações, defendendo a criação de uma plataforma de entendimento na Assembleia da República entre o PSD e o PS, por forma a encontrar uma solução equilibrada, que defenda os interesses da Madeira

A deputada social-democrata Sara Madruga da Costa lança um apelo para que "impere o bom senso e se atenda aos riscos que a proposta do Governo da República acarreta para o futuro desta entidade e dos seus milhares de trabalhadores".

Ontem, na audição ao Ministro das Finanças, Sara Madruga da Costa, dirigindo-se diretamente a João Leão, voltou a insistir na “necessidade de um entendimento e de uma união de esforços para encontrar uma solução equilibrada para todos”. “Estamos desde a primeira hora disponíveis para trabalhar numa proposta mais equilibrada que vá ao encontro das questões suscitadas pela Comissão Europeia e que salvaguarde o interesse da Madeira e dos trabalhadores do CINM”, afirmou.

Efetivamente, “se houver boa vontade do partido socialista, podemos, já nesta quinta-feira, melhorar a proposta que o Governo de António Costa apresentou e trabalhar numa solução que permita manter o CINM, os seus trabalhadores e a receita fiscal”, sublinha, frisando esperar “que prevaleça o bom senso e a responsabilidade acima de tudo por parte do partido socialista e que a proposta do Governo da República – que desvirtua o próprio CINM, provocando desemprego e a diminuição da receita fiscal – não seja aprovada”.

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