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  • Foto do escritorHenrique Correia

Aprovado um piso a mais do que permite o PDM em edifício na Rua Dr. Barreto


Confiança denuncia: "A Confiança votou contra a alteração cirúrgica aos alinhamentos que constam na planta da cidade para viabilizar uma construção privada em prejuízo do alargamento do arruamento".




Na reunião de câmara desta semana, a equipa da Confiança anunciou ter alertado para o facto de o urbanismo na cidade do Funchal estar a ser gerido de força discricionária e a duas velocidades, uma para os funchalenses e outra para os promotores imobiliários. Enquanto os primeiros desesperam por um licenciamento e até vêm os seus processos caducarem, os segundos são beneficiados com a viabilização de prédios com andares a mais, em clara violação do estabelecido no PDM.

Foi aprovada, com a abstenção da Confiança, mais uma proposta que autoriza a construção de um edifício com um piso adicional ao permitido pelo PDM, que viabilizará um prédio com fachadas que atingem os 12 metros de altura, no Caminho Dr. Barreto, junto a casas unifamiliares.

“A crise habitacional em que actualmente o Funchal está mergulhado, não pode ser utilizada como argumento para violações grosseiras à lei, nem para suspensões do PDM que irão privilegiar apenas alguns promotores, sem resolver os problemas de quem necessita de casa para residir”, refere o vereador Miguel Silva Gouveia, acrescentando que “no Funchal não podem existir filhos e enteados e as oportunidades devem ser iguais para todos”.

Na ordem de trabalhos, a Confiança votou contra a alteração cirúrgica aos alinhamentos que constam na planta da cidade para viabilizar uma construção privada em prejuízo do alargamento do arruamento que viria a dar melhor fluidez

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