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  • Henrique Correia

Assessor de Cafôfo deixa dúvida: e se fosse na Madeira...?


Duarte Caldeira Ferreira: "Se na Madeira a Comunicação Social fizesse o mesmo tipo de investigação que é feita no continente, quantos governantes cairiam?"




Tem sido uma lástima a "onda" de demissões no Governo de António Costa, resultantes de casos e casos envolvendo ministros e secretários de Estado, que por falta de um escrutínio rigoroso acabam por deixar margem de exposição pública, em prejuízo sobretudo da imagem do Governo.

A comunicação social, e particularmente aquele jornal que ninguém gosta e que ninguém lê mas que toda a gente vai ver, acabou por fazer o que muitos jornais de referência deveriam fazer e não fazem porque estão dependentes das elites que garantem a sua sobrevivência num contexto em que não há autonomia de uma grande maioria da comunicação social.

Neste contexto de situações envolvendo o Governo da República, o anterior presidente da Junta de Freguesia de São Martinho e atual assessor de Paulo Cafôfo na secretaria de Estado das Comunidades Portuguesas, Duarte Caldeira Ferreira, fez hoje uma observação na sua página do Facebok com uma "farpa" para o Governo Regional, mas sobretudo para a comunicação social regional de referência, sendo que na Região, um meio pequeno, de uma comunicação social em dificuldades financeiras e muito dependente de apoios oficiais, diretos e indiretos, é fácil verificar a que órgãos se refere:

"Enquanto no Governo da República, governantes demitem-se por questões que por vezes têm a ver com familiares, na Madeira, temos um Secretário Regional e um presidente de uma empresa pública que receberam dinheiro nas suas contas pessoais para financiamento da campanhas eleitorais do seu partido, ultrapassando todas as regras legais.

Dúvida, se na Madeira a Comunicação Social fizesse o mesmo tipo de investigação que é feita no continente, quantos governantes cairiam?"


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