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  • Foto do escritorHenrique Correia

Associação denuncia homens e máquinas paradas no Paul da Serra



"Gravíssimo abandono e falta de gestão da secretaria do Ambiente e do seu instituto, na remoção das plantas infestantes e outros matagais".




A Associação Agroecológica e silvo-pastoril da Região emitiu hoje uma nota onde afirma ter constatado "o gravíssimo abandono e falta de gestão da secretaria do Ambiente e do seu instituto, na remoção das plantas infestantes e outros matagais potenciadores de riscos de incêndios e degradação da qualidade dos nossos espaços florestais".

Refere a Associação que "o processo de limpeza do Paul da Serra e da sua gestão é o melhor exemplo das nossas constatações e conformam cabalmente o desleixo e incompetência destas entidades".

Para aquela estrutura associativa "como é possível orçamentos fartos de margens de execução e de custos elevados em relação aos preços reais de mercado, sejam desperdiçados ou deixados ao “deus dará” conforme se podem observar nos trabalhos de erradicação de infestantes do Paúl da Serra.

Equipamentos e pessoal raramente trabalham quinze a trinta minutos dia e ninguém controla a sua produtividade. Máquinas paradas, mas cheias de combustível, que não se movimentam nas últimas duas semanas ou mais.

A ausência da Guarda Florestal ou de outras entidades com objetivo de vistoriar e acompanhar estes trabalhos é inexistente.

Mais, os postos florestais do lado oeste da ilha ocupam-se com negócios particulares de imobiliária e venda e agenciamento de seguros no seu horário de expediente do que propriamente cumprir as suas funções de vigilância e prevenção".



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