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  • Duarte Azevedo

Atletismo: ADRAP pagou 2500 por um atleta e GD Estreito 3145 por três


Os valores pagos por clubes madeirenses por alturas das transferências



Nem todas as transferências do atletismo são pagas. Aliás, a esmagadora maioria não é. E as que são obedecem a alguns critérios, devidamente especificados pela Federação Portuguesa da modalidade que esclarece no seu site tais valores. Que também dependem do clube onde ingressam os atletas. O chamado Valor Desportivo Acumulado por Transferência. Na época de transferências de 2020, que aconteceu no mês passado, o atleta mais caro era Nelson Évora, que deixou o Sporting CP e passou a individual – custaria entre 9 mil a 13500 euros, consoante o clube recetor. No caso dos clubes madeirenses, dos 22 atletas contratados apenas cinco tinham valor de transferência e desses um caso houve, Sofia Duarte, que o clube de origem, Sporting CP, prescindiu do valor – assim, o GD Estreito não pagou 875 euros. No entanto, foi o GD Estreito a coletividade madeirense mais gastadora já que despendeu 3125 euros. Assim distribuídos: Miguel Mascarenhas (ex-associação 20km de Almeirim) 375 euros, Abdel-Kader Hernandez (Ex-Benfica) 500 euros e Patrícia Silva (ex-Benfica) 2250 euros. Contudo, o clube madeirense que passou um cheque maior de valor a um só atleta foi a ADRAP. Endereçado ao Benfica, por Diogo Mestre (na foto): 2500 euros. Esclareça-se que esta estória de contratar atletas forasteiros não é nova, bem antes pelo contrário, e tem a ver com as participações nos Campeonatos Nacionais coletivos pois os clubes recebem mais apoios se melhor classificados ficarem. Ou seja, compensa os valores saídos, quer pela transferência em si quer pela mensalidade, na medida em que quem está na I Divisão vai receber mais do que quem está na II Divisão… Aliás, acontece que muitos desses atletas se vierem à Madeira uma ou duas vezes será muito…


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