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  • Henrique Correia

Atraso em obra da Câmara deixa carreiros do Monte sem o pouco trabalho que tinham

Caminho do Monte fechado à espera do asfalto

A deputada municipal e também presidente da Junta de Freguesia do Monte, Idalina Silva, fez a denúncia, hoje, na reunião daquele órgão Autárquico: obra parada e carreiros sem trabalho à espera que asfaltem o Caminho do Monte. Idalina Silva questionou, esta manhã e no âmbito do debate sobre o Estado da Cidade do Funchal, para quando é que estaria prevista a solução para o Caminho do Monte, encerrado ao trânsito, onde só falta a colocação do asfalto que o Executivo Municipal assumiu pelos seus serviços, numa intervenção que continua inacabada para prejuízo da atividade dos Carreiros. Uma questão que,  como refere numa nota publicada no site do PSD, "ficou sem resposta por parte do Presidente do Executivo Municipal", facto que a deputada municipal lamenta, sobretudo por estar em causa "uma atividade da qual dependem centenas de famílias, ignoradas nesta necessidade que, sendo do conhecimento da autarquia, mantém-se inalterada". “O Caminho do Monte está encerrado ao trânsito, devido a uma intervenção assumida por uma empresa privada que foi contratada para o efeito e é incompreensível que o Presidente da autarquia tenha chamado a si a colocação do asfalto, quando se sabe que, neste momento, os seus serviços não têm asfalto disponível e, inclusive, têm uma das máquinas avariadas”, disse, na ocasião, Idalina Silva, que apelou à urgência de uma solução que não comprometa outras intervenções na cidade, já previstas e igualmente necessárias, “num percurso que é utilizado pelos Carreiros, profissionais esses que estão impedidos de trabalhar, sabendo-se que ontem, por exemplo, chegaram à Madeira cerca de 1100 turistas britânicos”. Deputada municipal que lamenta a falta de planeamento e de atenção mais uma vez evidentes nesta situação em concreto que, mais uma vez, ficou sem resposta por parte do Executivo Municipal. “De nada serve apregoar a retoma económica do concelho e fingir uma preocupação com as empresas e famílias funchalenses que, na prática, não corresponde à realidade e este é apenas um dos muitos exemplos que infelizmente marcam esta gestão camarária e a sua falta de sensibilidade e compromisso com quem mais precisa de trabalhar e recuperar os seus rendimentos”, disse.


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