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  • Henrique Correia

Barreto diz que não trata das candidaturas autárquicas pelos jornais

"Queremos apresentar, em todos os concelhos, quer nas listas unipartidárias, quer nas listas das coligações, gente que acrescente valor nos concelhos e nas freguesias"




O líder do CDS Madeira ficou deveras agastado com uma notícia dando conta do nome de Aníbal Garanito para a Ponta do Sol, onde Rui Barreto vem mantendo um diferendo com a atual vereadora Sara Madalena, que está contra a existência de uma coligação com o PSD. E já o disse publicamente.

O presidente da Comissão Política Regional do CDS desmente que tenha convidado Aníbal Garanito para integrar as listas da coligação PSD/CDS para a Câmara Municipal da Ponta do Sol. E com esta explicação, deixou claro que "no CDS não se fazem listas pelos jornais nem convites na comunicação social. Ponto final, parágrafo. Os convites ou as recusas na Ponta do Sol são, exclusivamente, da responsabilidade de quem escreveu e de quem publicou as respetivas notícias”, refere Rui Barreto.

Esta dos nomes pelos jornais, não pretendendo provavelmente ser direta ou indireta ao PSD, andou lá perto, uma vez que, por exemplo, o nome de Pedro Calado, foi apresentado e confirmado pelos jornais, enquanto a Comissão Política social democrata espera para oficializar a candidatura.

Nesta posição pública, Rui Barreto diz que "o CDS tem o caminho bem definido, já apresentou os cabeças de lista nos concelhos onde irá com listas próprias, ou seja, “Márcio Dinarte Fernandes, em Santana, Amílcar Figueira, em Câmara de Lobos e Gabriel Neto, na Calheta” e “sabe muito bem” quem quer convidar para integrar as listas nos concelhos onde irá coligado com o PSD".

E o líder do CDS usa a ironia: “Só é pena que a imprensa, tão lesta a questionar – e bem - se tenha esquecido, desta vez, de perguntar ao alegado candidato quem supostamente fez o presumido convite. É que se houve convite, algo que ninguém, nem o alegado convidado confirmou, não foi feito por quem tem a incumbência de fazê-lo, ou seja, o Presidente da Comissão Política Regional. Assim sendo, pura e simplesmente… não houve”.

Não serão “notícias especulativas” que alterarão a rota que vem a ser seguida pelo partido. “Queremos, em primeiro lugar, continuar a dar o melhor em prol da governação da Madeira, numa época de pandemia e de crise violentas. Em segundo lugar, queremos apresentar, em todos os concelhos, quer nas listas unipartidárias, quer nas listas das coligações, gente que acrescente valor nos concelhos e nas freguesias. Em terceiro lugar, reiteramos que o processo de construção das listas não será feito na comunicação social”.

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