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  • Foto do escritorHenrique Correia

Barreto entra no debate com avisos à coligação contra "agendas pessoais"

Atualizado: 16 de nov. de 2023



"O povo não perdoará a quem, por taticismo e de forma artificial, em nome de agendas pessoais, criar instabilidade originando perda de confiança"





O secretário regional da Economia, que agora tem a tutela das Pescas, entrou na exposição do seu programa com uma intervenção prévia de aviso à "navegação", que é como quem diz à coligação. Não falou em partidos nem em nomes, mas não escondeu que estará subjacente alguma realidade que incomoda o CDS e que poderá ter a ver com a recente tensão relativamente às próximas eleições nacionais de 10 de março, onde Barreto quer ir coligado, e disse-o publicamente, e a comissão política do PSD-M nem abordou o assunto, antes pelo contrário deu ênfase ao caráter vitorioso do partido por so só.

Hoje, no Parlamento, o secretário da Economia disse a unidade foi o garante da vitória eleitoral e será o garante da governação para este mandato. Mas mesmo assim, lança alguns alertas fortes dizendo que "os tempos em que vivemos, com grande instabilidade exterior, a que se juntou uma nova crise interna no País, exigem redobrada responsabilidade de todos em honrar todos os compromissos assumidos. O povo não perdoará a quem, por taticismo de forma artificial, em nome de agendas pessoais, criar instabilidade originando perda de confiança, desinvestimento, retracção económica, desemprego, novas tensões sociais. Precisamos de moderação em vez de gritaria, de competência em vez de mediocridade, de colocar os interesses públicos à frente dos interesses partidários. O estado do País e do mundo obrigam a manter bom senso, um valor tão raro nos tempos que correm".

Rui Barreto acrescenta que os desafios, depois da pendemia e agora com as guerras na Ucrânia e no Médio Oriente, demasiados demónios, exigem que este Governo se situe no plano da política regional e não no plano partidário. É necessário continuar na senda do trabalho em defesa das populações sem descer a expedientes meramente eleitoralistas de interesse partidário sem nunca esquecer que, hoje, a Região é a única parcela do País onde reina a estabilidade".

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