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  • Henrique Correia

Barreto manda fazer "Projeto Madeira" uma espécie de programa de Governo 23/27


Líder do CDS/M delega preparação em João Casanova e apresenta documento a 3 de janeiro. Rui Barreto diz que "sempre foi identificada a identidade do CDS no seio do governo" e que "o CDS sempre foi um partido competente na Região".




O presidente da Comissão Política Regional do CDS anunciou esta noite, no jantar de Natal do CDS Madeira, que o partido deve dar o seu contributo para o futuro programa de governo, e por isso, nomeou o Dr. João Casanova para preparar o Projeto Madeira para o ciclo 2023/2027. Rui Barreto comunica que este evento será apresentado daqui a um mês, dia 3 de janeiro, e gostaria de contar com a participação de todos para que o CDS apresente um programa que dará origem a um programa comum para a Madeira.

Em 2023, Rui Barreto afirma que “vamos fazer uma coligação pré-eleitoral porque o CDS tem valor e porque a Região precisa do CDS para garantir um desenvolvimento integral”. E apela à união do partido, pois o objetivo é garantir uma vitória nas eleições legislativas regionais: “A nossa motivação para trabalhar são todos os madeirenses", ressalva, como consta de uma nota do partido.

A um ano de terminar esta legislatura, o líder regional do partido assume que esta “tem sido uma legislatura desafiante, mas profundamente gratificante. Isto porque o CDS sempre foi um partido competente na Região Autónoma da Madeira. É um partido de compromisso e tem feito um trabalho com mérito no Governo, na Presidência da ALRAM, nas duas Secretarias Regionais, nas direções onde todos têm sido competentes no exercício das suas funções e eu sinto-me orgulhoso por liderar um partido que é reconhecidamente competente, que sabe honrar a palavra compromisso e que é um foco de estabilidade e confiança na governação e no futuro da nossa Região”, vincou Rui Barreto.

Segundo Barreto, tanto o CDS como o PSD trabalharam desde cedo na convergência do programa de governo, contribuíram para a união na ação governativa e, por isso, “hoje olhamos para o governo e vemos a força do coletivo”. Destaca que, “se não fosse a coesão e o compromisso no seio do governo nós não tínhamos ultrapassado uma pandemia nem tínhamos condições para superar as adversidades de uma guerra na Europa.”

Devemos todos ter orgulho porque sempre foi identificada a identidade do CDS no seio do governo e, nas palavras do líder centrista, “nós consideramos que as empresas são o motor na economia. Valorizamos quem investe, quem é empreendedor, quem quer realizar sonhos. E hoje, é com regozijo que digo aqui que temos o IRC mais baixo do país e isso também se deve ao contributo do CDS no governo regional”


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