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  • Henrique Correia

Barreto mobiliza militantes e já quer "prender" o PSD a um acordo para 2023


Esperam-se cerca de 250 militantes no Congresso do CDS, que contará, no domingo, com as intervenções de Rui Barreto e do líder nacional, Nuno Melo.




Rui Barreto tem procurado a unidade interna no CDS Madeira e foi com esse sentido que definiu as linhas mestras do próximo congresso regional que o levará certamente a um novo mandato. O líder quer comprometer os militantes e jávem transmitindo esse objetivo pela ilha, agora também quer "prender" o PSD a um compromisso para 2023, ano de legislativas regionais. O congresso regional é a 25 e 26 de junho, no Savoy Palace.

Aos militantes do Funchal, com casa cheia, Barreto assumiu a coligação com o PSD nas eleições legislativas regionais do próximo ano. Uma posição clara de Rui Barreto que deverá ser um dos temas centrais do XVIII Congresso do partido.

Segundo Rui Barreto, a estratégia deve ser a celebração de um acordo pré-eleitoral com o PSD para as próximas eleições legislativas e reforça que “saber usar a expressão que nós temos e defender o património que nós conquistamos” é primordial.

O balanço destes quase três anos de governo é positivo. “Temos governado em nome do superior interesse dos madeirenses”, refere uma nota do partido.

“A concelhia do Funchal tem cerca de 900 militantes. É uma concelhia que tem feito um trabalho notável que se refletiu nas últimas eleições autárquicas onde fomos em coligação com o PSD e vencemos a Câmara Municipal do Funchal, colocando o centro de direita a governar a cidade e o CDS, pela primeira vez, na história da sua fundação, está no executivo camarário.”

Quanto à reestruturação interna do partido, Barreto volta a enunciar as principais alterações: Amílcar Figueira - Secretário Geral; Gonçalo Pimenta - Coordenador Autárquico; e João Casanova - Coordenador do Gabinete de Estudos.

Termina, já no próximo dia 17 de junho, o prazo de entrega das moções de estratégia global. E, de acordo com os regulamentos aprovados para este congresso, as moções de estratégia global têm de ser subscritas por um mínimo de 150 militantes.

Esperam-se cerca de 250 militantes no Congresso do CDS, que contará, no domingo, com as intervenções de Rui Barreto e do líder nacional, Nuno Melo.

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