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  • Henrique Correia

Barreto não foi a Santana e por isso não ouviu Dinarte falar nos "bonés" do PSD


São as eleições já ao rubro na Madeira. E ainda nem chegámos ao Verão.




O presidente da Câmara Municipal de Santana, Dinarte Fernandes, do CDS, preferia que fosse Rui Barreto, líder do partido e secretário regional da Economia, a representar o Governo de coligação na sessão solene do dia do concelho. Hihe, 25 de maio. Era isso que, de facto, deveria ter acontecido, até ficava bem que fosse um governante do CDS. Mas não foi, quem esteve presente foi Pedro Fino, com atraso, era para ter ido Jorge Carvalho, que acabou em São Roque, na Escola do Galeão, com o presidente do Governo. Meio embaraço da coligação governamental, que não esconde algum desconforto pelo facto de Dinarte ter sido contra a coligação em Santana.

O autarca foi mordaz, foi incisivo nas críticas ao PSD, o que seria desagradável se fosse Rui Barreto a representar o Governo na comemorações na única Câmara do CDS. Dinarte Fernandes disse, por exemplo, que no tempo do PSD eram oferecidos saquinhos com bonés e esferográficas, uma situação recorrente dos partidos, PSD e outros, não somente em Santana. Mas agora diferente, de acordo com o cenário de coligação ou candidaturas isoladas.

Mas será óbvio este enquadramento em termos autárquicos face à coligação regional. Críticas de saquinhos e bonés em Santana, mas saquinhosce bonés "esquecidos" em concelhos onde a coligação vai junta a votos. Uma tarefa difícil para o CDS e para o PSD. Põem o pé em Santana com troca de criticas, mas na Ponta do Sol já dão as mãos com "esferográficas mais consensuais".

São as eleições já ao rubro na Madeira. E ainda nem chegámos ao Verão.






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