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  • Henrique Correia

Barreto reclama a parte do CDS nos "louros" do Governo e no equilíbrio da Madeira


"O CDS é o garante que a Madeira não cai na extrema esquerda e na extrema direita, que alimentam ódios e inseguranças".




Rui Barreto foi à Convenção Autárquica do CDS, em Câmarade Lobos, "puxar os galões" do partido na governação regional, chamando a quota parte que cabe aos centristas na Coligação com o PSD, para o bem e para o mal. Neste caso, para o bem. Os "feitos" de Albuquerque são também de Barreto. Dito assim:

"O CDS contribuiu para que a construção do novo hospital seja uma realidade; o CDS contribuiu para que os madeirenses tenham passes sociais mais baratos; o CDS contribuiu para que a classe média pague menos impostos e as empresas tenham o IRC mais baixo do país; para uma maior democratização no acesso aos incentivos às empresas, discriminando de forma positiva as empresas do Norte e do Porto Santo; o CDS contribuiu para que, hoje, haja um Estatuto do Cuidador Informal; para o melhoramento da rede de cuidados continuados; para mais apoio aos pescadores e armadores; para uma maior abertura do Parlamento à sociedade”, e continuou, salientando que o CDS “é um partido de causas e não de modas”.

Perante cerca de 84 autarcas e candidatos às Câmaras, Assembleias Municipais e Juntas de Freguesias de todos os concelhos da Madeira e do Porto Santo, Rui Barreto não escondeu o entusiasmo por estar neste Governo e por contribuiu para o sucesso governativo regional.

Uma nota do partido referiu que "o líder regional do CDS discorreu vários elogios, recordando a “marca CDS” presente na Câmara Municipal de Santana e nas seis Juntas de Freguesia lideradas pelo partido em Santana (Santana, São Jorge e Ilha) e na Calheta (Fajã da Ovelha, Ponta do Pargo e Paul do Mar).

De acordo com Barreto, as populações da Madeira e do Porto Santo encontram no partido várias razões para, no próximo dia 26 de setembro, depositar o voto no CDS. “O CDS é um partido Municipalista”, disse, sublinhando que o humanismo, a solidariedade e a equidade social, são princípios que presidem à governação dos centristas no Governo, nos Municípios e nas Freguesias.

Numa referência aos socialistas e à extrema direita, o líder da comissão política do CDS e secretário regional da Economia afiançou que o partido “é o garante que a Madeira não cai na extrema esquerda e na extrema direita, que alimentam ódios e inseguranças”, afirmou, acrescentando que “quem defende causas supera sempre, quem tudo promete, desilude sempre".

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