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  • Henrique Correia

Bispo apresenta diácono à comunidade do Porto Santo


D. Nuno Brás: "O Ministério Ordenado está pensado nestes três graus do sacramento:

o episcopado, o presbiterado e o diaconado. E neste caso, está a faltar-nos o diaconado".


Foto Jornal da Madeira


Quando o pároco não pode estar presente na comunidade, por impedimentos vários ou porque vem ao Funchal, o Porto Santo fica sem padre. É aí que entra a função do diácono, com funções específicas, um processo que a Diocese do Funchal vai retomar este domingo ao apresentar, à comunidade católica da ilha, José Aldónio Melim como candidato à Ordem do Diaconado Permanente, o que acontece pelas 15.30 horas em cerimónia presidida pelo Bispo do Funchal D. Nuno Brás.

Em declarações ao órgão da Diocese, o Jornal da Madeira, D. Nuno Brás explica que "nesses períodos de ausência, o pároco e as comunidades necessitam de alguém que exerça aquilo que é, neste caso muito concreto, próprio do Ministério dos Diáconos que é a caridade e o anúncio da palavra, o exercício da função litúrgica, e dentro deste e de um certo acompanhamento ao próprio pároco a celebração de batizados, casamentos e exéquias, em nome da Igreja”.

Ao mesmo jornal, o Bispo admite que este seja um processo replicar na Madeira: "o Ministério Ordenado está pensado nestes três graus do sacramento: o episcopado, o presbiterado e o diaconado”. E neste caso, frisa, está a faltar-nos o diaconado, “naquilo que ele tem de animação da caridade, de anúncio da palavra e das funções litúrgicas”.

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