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  • Henrique Correia

Bispo não quer só "fogo de vista" nos 500 anos do Voto a São Tiago Menor

Atualizado: Abr 11



Foi este sábado a instituição no Ministério dos Acólitos de dois seminaristas, Alberto Fernandes e Patrício de Sousa



Fotos Duarte Gomes



A Diocese do Funchal já tem em curso as comemorações dos 500 Anos do Voto a São Tiago Menor, o seu padroeiro. E o Bispo do Funchal já disse, na homilia deste sábado, na Sé, que essas comemorações "não podem constituir, simplesmente, “fogo de vista” ou um conjunto de iniciativas culturais a recordar o passado. Hão-de contribuir para que, também em nós, surja este grito, esta urgência: “Não podemos não falar!”.

D. Nuno Brás diz que essas comemorações

"hão-de antes contribuir para conhecermos melhor a rica personalidade do nosso Padroeiro; hão-de ajudar-nos a olhar para ele com maior devoção e a querer emitá-lo na santidade de vida; hão-de ajudar-nos a viver os ensinamentos tão ricos da Carta que, entre os escritos neotestamentários, traz a sua autoria; hão-de levar-nos a revisitar os acontecimentos da nossa história diocesana e a tomarmos consciência de como Deus se faz presente na nossa vida quotidiana, concreta, oferecendo-nos a salvação, dando-nos a possibilidade de viver em Cristo ressuscitado; hão-de fazer-nos invocá-lo com fervor, pedindo que nos ajude a passar dedinitivamente por esta pandemia. Mas, sobretudo".

A cerimónia deste sábado serviu, ainda, para a instituição no Ministério dos Acólitos de dois seminaristas, o Alberto Fernandes e o Patrício de Sousa.

Segundo publica o jornal da Diocese, o Jornal da Madeira, D. Nuno Brás, considerou esta “mais uma etapa na resposta que querem dar ao Senhor”, cujo caminho percorrido a Igreja e em particular a Igreja do Funchal reconhece, mas também de “lhes confiar o serviço mais próximo do altar e da Eucaristia, de que passam a ser ministros extraordinários — de lhes entregar o serviço dos seus bens preciosos”.

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