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  • Henrique Correia

Bispo pede em tempo de guerra que sejamos "construtores da paz"


Mensagem da Páscoa de D. Nuno Brás lembra mortos, exilados e sofrimentos e destruição na guerra da Ucrânia.



O Bispo do Funchal considerou hoje, na sua mensagem da Páscoa, que "neste momento em que a guerra, com os seus mortos, os seus exilados e os seus sofrimentos e destruição, regressaram à nossa Europa, nós cristãos não podemos deixar de acolher a saudação de Jesus ressuscitado como sendo dirigida a cada um de nós".

D. Nuno Bras refere que "de um modo particular, é essencial que cada um acolha a Paz que Jesus ressuscitado nos traz e nos oferece. E é essencial que sejamos verdadeiros construtores de paz: paz interior, connosco mesmo, e paz vivida e construída à nossa volta

Quando Jesus ressuscitado apareceu de surpresa no meio dos seus discípulos, na manhã do "primeiro dia" - o primeiro dia da semana, mas também o primeiro dia da nova criação - saudou-os deste modo: "A paz esteja convosco!".

Esta saudação, que nos é apresentada nas narrações das aparições do Ressuscitado aos discípulos, é bem mais que o simples e célebre "Shalom", ainda hoje usado pelos judeus para se saudarem todos os dias.

A saudação de Jesus ressuscitado adquire um valor salvífico. É o cumprimento do anúncio dos anjos aos pastores: "Glória a Deus nas alturas e paz na terra aos homens por Ele amados". E é apelo a uma missão por parte dos discípulos: eles deverão estender a paz toda a terra. Deverão ser "construtores de paz".


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