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  • Henrique Correia

Bloco Central à vista depois de 30 de janeiro; Rio diz que o diálogo "é decisivo"


Líder do PSD sai do Congresso com espírito vencedor mas também com a pressão de vencer.


O líder nacional do PSD deixou a porta escancarada a entendimentos. No discurso da consagração, hoje em Santa Maria da Feira, Rui Rio disse ser decisivo o diálogo entre partidos políticos, posição que já tinha sido avançada pelo seu vice presidente João Malheiro, que desafiou António Costa a fazer como Rui Rio, dialogar em nome de um entendimento e solução de governo para o País.

Prevendo aquele que tem sido o comportamento do eleitorado, sem dar maioria absoluta a um partido, Rui Rio atende a uma solução que passe por um acordo com o PS, independente do partido que tiver mais votos.

Está, assim, lançada a "pedra" para a reedição do Bloco Central entre 83 e 85, com PSD e PS, com Mário Soares a primeiro-ministro.

Neste discurso final, Rui Rio criticou o governo do PS e a forma como deixou um beco sem saída à TAP. É má se fechar, é má com mais apoios, é mau se fecha depois das verbas lá metidas. Críticas, também, para a Educação, a governação, ao facilitismo.

Na pandemia, Portugal foi dos países que menos apoiou empresas e famílias, disse ainda Rui Rio.

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