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  • Henrique Correia

Câmara aponta 300 milhões para o "Funchal -Rumo 2030"


"Queremos, em 2030, um Funchal ainda mais sustentável, social, económica e ambientalmente; mais resiliente; mais próspero, justo e inclusivo"


O presidente da Câmara Municipal do Funchal, Miguel Silva Gouveia, apresentou esta manhã, no Debate sobre o Estado da Cidade, solicitado pelo PSD, o programa “Funchal – Rumo 2030”, que define os investimentos previstos pelo Funchal para a próxima década, elencados em fontes de financiamento regionais, nacionais e europeias, num valor global de 300 milhões de euros. Na senda das questões político partidárias, não podia deixar de haver alguma crispação com o partido proponente do debate. Miguel Silva Gouveia diz que "alguns partidos precisam de criar este tipo de momentos periodicamente, para cumprir a sua própria agenda partidária, o que temos de compreender, mas a governação da cidade é um exercício de todos os dias, e o Executivo está no terreno todos os dias a implementar as medidas de que os funchalenses precisam, o que estamos sempre disponíveis para demonstrar." "No Funchal, todos os dias são vividos a um ritmo alto, mas este ano, a crise que temos enfrentado exigiu uma adaptação ainda mais rápida e um planeamento ainda mais empenhado e robusto, dada a dimensão dos desafios que se avizinham. É por isso que, em plena pandemia, elaborámos o “Funchal – Rumo 2030”, um programa desenhado à altura do tempo que temos pela frente, com o intuito de encarar com coragem a crise social e económica que se antevê profunda, em consequência da COVID-19, e perante a qual as entidades públicas serão chamadas a encontrar soluções de fundo." O Presidente acrescentou que "os municípios, pela proximidade intrínseca no relacionamento com os cidadãos, estarão, sem sombra de dúvidas, no centro das decisões e das soluções a implementar e, no Funchal, já abrimos esse caminho, assumindo que obras públicas com sentido, orientadas para a melhoria da qualidade de vida da comunidade, terão um papel decisivo no sentido de debelar a crise, protegendo e criando empregos, garantindo a dignidade social e promovendo a prosperidade do tecido empresarial, com inovação e competitividade." "Queremos, em 2030, um Funchal ainda mais sustentável, social, económica e ambientalmente; mais resiliente; mais próspero, justo e inclusivo; e mais conectado, com as pessoas, com as empresas, com o país e com o mundo. O Funchal sempre foi, afinal, uma cidade do mundo, uma ponte de ligação global entre culturas e continentes, pelo que acreditamos que este é também o momento de estar à altura desse legado", concluiu Miguel Silva Gouveia.


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