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  • Foto do escritorHenrique Correia

Cafôfo quer liderar a mudança: a maioria já não vota no PPD





"Eu não me conformo que quem trabalha esteja condenado a ser pobre. Não me conformo que o berço onde hoje nasce uma criança na nossa Região continue a determinar o seu futuro".




"Sinto, neste momento em que fui eleito presidente do partido, o dever e a responsabilidade de liderar a mudança na Madeira. Foi assim que Paulo Cafôfo fez a primeira declaração pública enquanto presidente do PS Madeira. Diz estar

acompanhado por “um partido forte e coeso que quer construir um tempo novo, de esperança e de oportunidades, onde as prioridades da governação estejam alinhadas com os sonhos e com os projetos das pessoas e das famílias”.

O presidente eleito do PS-M destacou o facto de na Madeira a maioria da população já não votar no PPD, algo que ficou demonstrado em 2019 e que voltou a comprovar-se em 2023. “Há uma maioria social que quer uma mudança social e compete ao PS-Madeira dar a resposta necessária para que essa maioria social se transforme em mudança social e as pessoas possam ter uma vida muito mais digna, a vida que merecem”, expressou, acrescentando que “o PS é o partido da esperança da Região” e que o futuro da Madeira se constrói a partir de

Se não mudarmos de Governo, nada mudará.

Paulo Cafôfo mostrou a sua preocupação em relação ao facto de a Madeira ter um dos piores índices no que diz respeito à pobreza e à desigualdade. “Eu não me conformo que quem trabalha esteja condenado a ser pobre. Não me conformo que o berço onde hoje nasce uma criança na nossa Região continue a determinar o seu futuro e a ditar o seu destino”, sustentou, adiantando que só é possível mudar este estado de coisas se mudarmos de Governo. “Se não mudarmos de Governo, nada mudará. Os sacrificados de sempre serão os prejudicados de sempre, os privilegiados de sempre serão os beneficiados de sempre, e sempre não rima com futuro.

Paulo Cafôfo disse encetar um projeto no qual o PS se abre à sociedade civil, pretendendo incluir todos os que desejam o melhor para a Região. “Conto com o contributo de todos os que não se identificam com as políticas deste Executivo, com as políticas de quase 50 anos, e que veem no nosso partido uma frente coesa, uma frente comum, para, com a energia necessária, uma energia catalisadora, podermos mudar a nossa Região”.


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