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  • Henrique Correia

Cafôfo "ressuscita" ferry com Costa e Barreto espera que não seja mais um fogacho


Secretário da Economia espera que “entre um murro na mesa, uma bica e uma aguardente de Monchique”, Paulo Cafôfo “venha de ferry.




O "ferry" de ligação entre a Madeira e o continente volta a estar em foco. Tem sido "arma de arremesso" político, durante anos, face à confrontação sobre quem paga o serviço público. Costa vem, Costa vai há sempre pelo meio o barco que em tempos o Armas trouxe e os madeirenses gostaram. Entretanto, uma ligação garabtida, para pelo Governo Regional, mas numa determinada conjuntura. O Impasse mantém-se.

Ao Diário, Paulo Cafôfo deu a saber que ia ao Congresso Nacional Nacional do PS, no Algarve e que levava a intenção de "ressuscitar" o tema ferry, o caderno de encargos para ver se Costa assume ou não ser o "dono dessa prenda".

Na estreia da tutela do Porto do Funchal, o secretário regional da Economia, Rui Barreto, lembrou que o ferry é uma “obrigação constitucional do Governo Central e do Estado Português”. E usou da ironia para comprometer Cafôfo relativamente a uma decisão que no passado já foi dada como certa e que acabou com o silêncio e barco nem vê-lo. Já se vê onde este "folhetim" vai parar. Para já, Barreto espera que “não seja mais um fogacho” e que “entre um murro na mesa, uma bica e uma aguardente de Monchique”, Paulo Cafôfo “venha de ferry de Portimão para a Madeira”, atirou.

Além disso, acrescenta, “se há essa vontade de restabelecer uma linha em, que ela necessite de auxílios estatais, esses devem ser assegurados pelo Governo da República”.


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