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  • Henrique Correia

Calado a esclarecer eleitores: "Não vou atrás de tacho"


"Se é para trabalhar pelas pessoas tanto faz estar no Governo, como na Câmara."




Foi na apresentação do candidato pela Coligação PSD/CDS à presidência da Junta de Freguesia de São Martinho que Pedro Calado abordou as dúvidas que porventura possam ter os eleitores sobre o que move um candidato para trocar uma vice presidência do Governo por uma presidência da Câmara, sujeita ao sufrágio popular. Só não falou na situação em que fica, politicamente, se não ganhar as eleições. Nem era esperado essa reação, tanta a convicção de vitória.

Mas Calado, como refere uma nota da candidatura sobre a cerimónia de apresentação de Marco Gonçalves, não vê qualquer problema em deixar de ser vice-presidente do Governo para, caso seja eleito, assumir a presidência da Câmara do Funchal.

“Aceitei o desafio de ser candidato com muito orgulho, porque o meu primeiro objectivo é lutar pelas pessoas e se é para trabalhar pelas pessoas tanto faz estar no Governo, como na CMF, não vou atrás de qualquer tacho, não vou atrás de qualquer cargo”, esclareceu o cabeça-de-lista da candidatura ‘Funchal sempre à frente’.

Pedro Calado assumiu também o compromisso de desenvolver uma cidade com projectos, com investimento, olhando para a população, ajudando aqueles que mais necessitam, mas sobretudo criando uma geração de oportunidades. “Queremos uma cidade desenvolvida com igualdade de oportunidades e fazendo acreditar que os projectos privados ajudam o sector publico a desenvolver uma economia”, referiu.

O cabeça-de-lista à Câmara Municipal do Funchal considera que actualmente o sector do urbanismo da autarquia está estagnado, leva 3 a 4 anos para apresentar e aprovar projectos. “Nós não queremos isso”, sublinhando que o urbanismo é uma das principais fontes de receitas em termos de impostos municipais, mas também um dos factores de desenvolvimento da cidade.

Já Marco Gonçalves defende que é chegada a hora de "voltar a colocar a freguesia na senda do desenvolvimento, olhar para as potencialidades e trabalhar em rede com os vários setores da sociedade. “Neste tempo sem igual, que nos impôs tantas mudanças, há que dar a mão a quem mais precisa, fazendo das pessoas a prioridade da nossa acção”, referiu o candidato PSD/CDS à junta.

O cabeça-de-lista à presidência da junta considera que São Martinho é actualmente, uma freguesia estagnada. “Não se aponta uma obra preponderante, um programa devidamente regulamentado, um projeto totalmente inovador."

Para além de Marco Gonçalves, a lista é composta pelos seguintes elementos: Rómulo Coelho, Paula Menezes, Alfredo Correia, Gil Freitas, Rosa da Silva, Miguel Raposo Silva, José Sousa, Rute Caires, João de Sousa, Carlos Alves, Maria Olegária Pestana, Carlos Candelária, João Paulo Gomes, Susana Ferreira, Vitor Henriques, José Cró, Cláudia Faria, António Rodrígues, Carlota Nóbrega, José Nélio Gonçalves, Alexandra Gonçalves, Diana Freitas, Rafael Santos, Eduardo da Silva, Maria Beatriz Fernandes, José Faria, Gonçalo de Moura, Fátima de Sousa, Miguel Afonseca, Claudia Ribeiro, Isabel Rodrigues, Ruben Santos, Inês Carvalho, Paulo Fernandes, Teresa Vítor, Jaime Abreu, Fátima Camacho.

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