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  • Foto do escritorHenrique Correia

Calado dá uma "mãozinha" a Albuquerque: madeirenses saberão escolher




Dia da Cidade com "cheirinho" a eleições regionais mas também com projetos de um concelho"empreendedor de sonhos": Habitação social, acessibilidades, mobilidade, ETAR, tudo para responder a uma média diária de 200 mil pessoas





Pedro Calado disse no Dia da Cidade do Funchal, concelho onde como se sabe é presidente, aquilo que Miguel Albuquerque, presidente do Governo Regional e cabeça-de-lista de lista pela coligação PSD/CDS às eleições regionais de 24 de setenbro, evitou de forma tão clara na sessão solene: apesar indiretamente ao voto dos madeirenses na governação de mais de 40 anos, o PSD desde a Autonomia, e PSD/CDS desde 2019. Para ter sido mais explícito só dizendo "votem PSD".

O autarca, investido de funções públicas, aproveitou o momento para enumerar a obra, repetir que a anterior governação local parou a cidade, elencar projetos de futuro e, a terminar, uma "achega" para eventuais indecisos, só para lembrar que há eleições e que os madeirenses sabem decidir bem. Mesmo sabendo que "os titulares dos órgãos e os agentes do Estado, das Regiões Autónomas, das autarquias, das pessoas

colectivas de direito público, das pessoas colectivas de utilidade pública administrativa, das sociedades concessionárias de serviços públicos, de bens de domínio público ou de obras públicas e das sociedades de economia pública ou mista devem, no exercício das suas funções, manter rigorosa neutralidade perante as diversas candidaturas e os partidos políticos. Nessa qualidade não poderão intervir, nem proferir declarações,

assumir posições, ter procedimentos, directa ou indirectamente". Estamos em pré campanha, mas mesmo as cautelas devem ser asseguradas desde a marcação da data das eleições por parte do Presidente da República.

Calado não foi direto mas terminou com isto: "Os madeirenses sabem bem as diferenças de tipos de governação na Região e no Continente, recordam-se do que foi feito na Madeira nos últimos 40 anos. E tal como aconteceu em 2021, saberão fazer as escolhas certas"

Pedro Calado lembrou o desenvolvimento da cidade, as grandes obras, falou na ETAR, de 20 milhões, que esteve em risco de perder apoios europeus, segundo diz, por inércia da governação de Miguel Gouveia. E seguiu-se a enumeração de apoios a jovens, a alunos, a idosos, a comerciantes, à Cultura, aos sem abrigo com a primeira cada solidária a abrigar 4 e outra a caminho para mais 4, ao desporto, ao ambiente, entre muitos outros.

O autarca diz que uma bandeira prioritária é a habitação social, fala em 800 fogos, do Governo e da Câmara. Diz que a alteração do PDM vai permitir o surgimento das cooperativas, mas criticou a morosidade no processo do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR), uma vez que será difícil a execução dos 22 mil milhões que Portugal tem para concretizar até 2025.

Outra bandeira é a acessibilidade, estacionamento, elogiou as ligações en túnel que o Executivo Regional está a promover, deu números de mobilidade no Funchal com uma média diária de 200 mil pessoas, e criticou os concelhos limítrofes que não têm uma política eficaz de transportes públicos de e para o Funchal. Um "recado", pelo menos, para Santa Cruz e Câmara de Lobos.

Calado deixou, neste dia da cidade, outra mensagem para os munícipes: um concelho empreendedor de sonhos. Um pouco em forma de "o sonho comanda a vida".


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