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  • Henrique Correia

Calado diz que ainda não entrou na Câmara e já está a resolver problemas da cidade



"Bastou virmos cá dizer a toda esta população que a requalificação integral deste bairro é uma das nossas promessa para na semana seguinte o actual presidente da câmara se lembrar de vir aqui prometer mais uma operação de cosmética".



A candidatura ‘Funchal Sempre à Frente’, do PSD/CDS, liderada por Pedro Calado, voltou à freguesia de Santo António com o intuito de "alertar uma vez mais para a necessidade urgente de remodelação dos três blocos, com 30 fracções, do conjunto habitacional da Ribeira Grande".

Uma nota do gabinete de comunicação da candidatura refere que Calado foi "acarinhado pela população que teve o cuidado de ouvir", sublinhando que o candidato a presidente da Câmara Municipal do Funchal (CMF) lembrou que o actual executivo camarário prometeu, há oito anos, requalificar aquele bairro, mas a única coisa que fez foi “aumentar rendas” e dedicar-se a “operações de cosmética” que em nada resolveram os problemas que têm sido constantemente reivindicados pelos moradores.

“Nós ainda não entramos na CMF e o problema aparentemente parece ficar resolvido. Bastou virmos cá dizer a toda esta população que a requalificação integral deste bairro é uma das nossas promessas e faz parte do nosso programa eleitoral para na semana seguinte o actual presidente da câmara se lembrar de vir aqui prometer mais uma operação de cosmética que é pintar as fachadas e arranjar a escadaria. Não é isso que as pessoas que nos têm contactado precisam”, referiu Pedro Calado.

O cabeça-de-lista pela coligação PSD/CDS transmitiu à população que a habitação social é uma prioridade na sua candidatura.

“Aquilo que prometemos com este bairro é fazer obras de requalificação quer no interior, quer no exterior destas moradias. Nós temos um programa muito ambicioso, não só para este bairro, mas para todos os 30 conjuntos habitacionais que a autarquia tem ao longo de todas as freguesias do concelho do Funchal”, realçou Pedro Calado, sublinhando que há 136 milhões de euros do Programa de Recuperação e Resiliência (PRR) para habitação social.


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