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  • Foto do escritorHenrique Correia

Calado diz que desdobráveis aos munícipes já estavam programados antes



"Estamos a falar de apoios que são conhecidos, que são públicos, mas que foram sistematizados num único documento".




Uma nota assinada pelo assessor de comunicação da Câmara do Funchal visa responder às críticas de Miguel Gouveia sobre uma decisão da Comissão Nacional de Eleições considerando que Pedro Calado deu

indícios da prática do crime de violação dos deveres de neutralidade e imparcialidade, previsto e punido pelos artigos 60.º e 135.º da LEALRAM, em relação ao uso da factura da água dos munícipes do Funchal para fins de propaganda eleitoral.

A Câmara reagiu:

"Lá diz o ditado que: ”Quem tem telhados de vidro não atira pedras ao do vizinho”. Uma máxima popular que o vereador da oposição na Câmara Municipal do Funchal, Miguel Gouveia, deveria ter seguido, quando procurou, esta manhã, em comunicado, acusar a atual vereação de utilização indevida da base de dados dos consumidores de água do Funchal.

Certamente que todos se lembram, do panfleto propagandista, usado por Miguel Gouveia e pela sua vereação, quando lhe deu jeito atacar a Águas e Resíduos da Madeira, naquela que veio a se perceber, seria uma tentativa desesperada para justificar as dividas de milhões de euros em faturas não pagas, que acabou por deixar para que outros regularizassem.

Miguel Gouveia indignou-se hoje, porque esta Câmara enviou para os seus munícipes dois desdobráveis. Um com os apoios sociais da autarquia (aqueles que em tempos disse que a candidatura Funchal Sempre à Frente iria acabar se ganhasse as eleições) e um outro com os benefícios e incentivos para a aquisição de habitação e reabilitação urbana.

Estamos a falar de apoios que são conhecidos, que são públicos, mas que foram sistematizados num único documento, para melhor leitura, conhecimento e divulgação junto da população que deles necessita.

Duas situações, que já tinham sido programadas e operacionalizadas pelos serviços, ainda antes da marcação da data das eleições regionais.

A Câmara Municipal do Funchal continua a crer que todo este nervosismo e folclore político, só pode mesmo ser entendido pelo período eleitoral que se vive".

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