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  • Henrique Correia

Calado tem soluções para uma "cidade caótica e sem planeamento"


"Aquilo que se pretende é um estudo e levantamento rigoroso da circulação automóvel em toda aquela zona da cidade".



Uma cidade "caótica, sem ordenamento e sem planeamento". Foi assim que Pedro Calado, o candidato da coligação PSD/CDS, definiu a conjuntura da cidade em obras e com trânsito em dificuldades.

Numa iniciativa realizada Estrada Monumental, no âmbito das Jornadas Locais do Grupo Parlamentar do PSD, o candidato à Presidência da Câmara Municipal do Funchal afirmou que o atual Executivo camarário 'tem uma grande falta de visão estratégica sobre as obras a implementar e do crescimento da própria cidade", exemplificando com o projeto da ciclovia, que foi considerada prioritária relativamente às questões da fluidez do trânsito e que tem provocado grandes congestionamentos, sobretudo nas horas de ponta, o que se reflete nas entradas e saídas da cidade, causando problemas graves para quem circula, refere uma nota da candidatura.

"Este problema, do nosso ponto de vista, vai agravar-se se tivermos em conta que, daqui a um a dois anos, temos alguns projetos imobiliários concluídos na zona da Ajuda", disse Pedro Calado, salientado que a previsão é que haja mais 3 ou 4 mil pessoas, nos próximos anos, entre a Estrada Monumental, Ajuda e zona Oeste da cidade, o que vai "dificultar ainda muito mais o trânsito nesta circulação".

Em termos da candidatura de Pedro Calado, aquilo que se pretende é um estudo e levantamento rigoroso da circulação automóvel em toda aquela zona da cidade, de modo a encontrar uma saída alternativa, ou na zona da Ajuda ou na Estrada Monumental, através de uma passagem paralela que faça escoar o trânsito para outra zona, permitindo ali uma circulação normal.

"Aquilo que se está a passar hoje, sobretudo numa altura de franca recuperação económica, em que os hotéis estão novamente a abrir e em que há uma circulação de autocarros e de carros de turismo, é que, durante o dia, há um afunilamento entre os automóveis que circulam normalmente e os autocarros de turismo e os próprios táxis", salientou, realçando que se trata de "um congestionamento de trânsito que é inqualificável e que não se justifica".

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