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  • Henrique Correia

Campos e Penedo parados são problema da Câmara e dos privados do Porto Santo


Alberto João Jardim não admite falhanços dos investimentos do seu Governo no Porto Santo e relativamente às algas remete para mais explicações de Francisco Taboada (EEM). Que já falou muitas vezes no assunto.

Alberto João Jardim anda muito ativo nos comentários relativamente a assuntos que têm andado na ordem do dia. Intervém através das ditas redes sociais e uma das publicações prende-se com o Porto Santo e com investimentos desenvolvidos durante os seus governos e no âmbito das competências atribuídas então ao seu vice presidente Cunha e Silva, que tinha as sociedades de desenvolvimento a seu cargo, um dos mecanismos encontrados para desonerar diretamente o Governo e dar capacidade de investimento dessas empresas públicas.

O Penedo do Sono foi o aparente grande falhanço, havia mesmo o objetivo, não escondido, de fazer do espaço uma espécie de Docas de Lisboa, estas sim já então em andamento de cruzeiro. O Penedo teve um início prometedor, mas rapidamente se esfumou o entusiasmo e ficou numa espécie de Marina do Lugar de Baixo sem solução. Os campos de jogos, também, ficaram para ali.

O antigo presidente do Governo não concorda com nada que responsabilize o seu Governo. Pudera, compreende-se. E escreve que em matéria de estádio de desportos de praia, não compete ao

Governo Regional dinamizar, mas sim aos públicos e privados locais, como

sucedeu com recintos noutros Municípios". Ora bem, o que Jardim diz é que o problema da inatividade tem a ver com a Câmara Município, com o Poder Local na ilha do Porto Santo, que tal como Jardim é do PSD.

Sobre o Penedo do Sono, Jardim escreve que "foi lesado por não se retirar ruído da cidade e por comerciantes incumpridores".

E de "caminho", faz uma observação relativamente à fábrica das Algas, onde depois de um investimento superior a 45 milhões, o projeto foi abandonado. Apesar do presidente da Empresa de Eletricidade ter tentado explicar esta preocupantes realidade do ponto de vista da aplicação dos dinheiros públicos, Jardim acha que Francisco Taboada ainda não explicou tudo o que devia. Por isso, diz aguardar "esclarecimento da EEM"

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