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  • Henrique Correia

Candidato do CDS diz que os camaralobenses pagaram mais 400 mil de IMI em 2020


Em ano de pandemia, a Câmara orçamentou receber 1,6 milhões de euros de IMI. Nas contas finais do ano recebeu mais de 2 milhões de euros.




O candidato do CDS à liderança da Autarquia de Câmara de Lobos, Amílcar Figueira, defende uma política fiscal mais atrativo para o concelho, sendo que essa seria uma forma de combater a perda de população traduzida nos últimos censos.

Para esse efeito, como refere um texto do gabinete de comunicação da candidatura, o candidato pretende tirar partido das ferramentas que estão ao dispor da gestão autárquica, mais concretamente a fixação das taxas municipais, ou seja, ao longo dos próximos 4 anos, pretende a devolução total da taxa de participação do IRS e, mais importante, a baixa do IMI de 0,32 (taxa mais elevada da Madeira) para a taxa mínima de 0,3 já em 2022".

Durante o presente mandato, lembra Amílcar Figueira, "várias foram as vezes que o CDS, quer na vereação, quer na Assembleia Municipal, apresentou propostas para baixar este imposto e, em todas as vezes, a justificação deste executivo PSD para chumbar a proposta foi a mesma: “não é o tempo certo”. Não foi o tempo certo em 2018, nem 2019, nem foi o tempo certo na passada quinta-feira onde, mais uma vez, o CDS, através do seu vereador Amílcar Figueira, voltou a apresentar uma proposta para baixar o IMI e, mais uma vez, foi chumbada pela maioria PSD".

Segundo Amílcar Figueira, há margem para baixar este imposto, a título de exemplo: em 2020, a Câmara orçamentou receber 1,6 milhões de euros de IMI. Nas contas finais do ano recebeu mais de 2 milhões de euros, ou seja, os câmara-lobenses pagaram, em pleno ano de pandemia, mais de 400 mil euros de IMI.

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